Economia e Emprego
Santa Catarina e Rio Grande do Sul vivem pleno emprego, diz Manoel Dias
Mercado de trabalho
Santa Catarina e o Rio Grande do Sul são os estados brasileiros com a menor taxa de desemprego do País, afirmou nessa quinta-feira (18) o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias. “São regiões onde o pleno emprego está sendo percebido e onde temos que apoiar as iniciativas para qualificação da mão de obra e inserção no mercado das pessoas que ainda não trabalham ou não estão trabalhando, em especial a juventude”, disse.
As afirmações foram feitas em Criciúma, Santa Catarina, durante o Seminário Trabalho e Políticas Sociais, promovido pela Rede Independência de Comunicação (RIC-Record). Durante o evento, ele apresentou os dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) relativos ao estado e ao Brasil.
Ele demonstrou que, em 2013, segundo os dados da Rais, o número de empregos formais em Santa Catarina alcançou a marca de 2,211 milhões de vagas. O crescimento foi de 5,13% em relação ao estoque de emprego de dezembro de 2012.
Em valores absolutos, esse desempenho decorreu do acréscimo de 107,9 mil postos de trabalho, em relação a dezembro do ano anterior. “O setor de serviços vem se destacando no Brasil e também aqui no Estado, apoiado na demanda da classe média”, complementou.
Indústria de transformação
O desempenho da indústria de transformação em Santa Catarina, no mês de agosto, conforme o Caged, também foi pauta do ministro. O estado foi um dos poucos no País a apresentar crescimento neste segmento, muito em função da agroindústria, que está contratando para atender a demanda internacional por carne suína e de aves.
No encerramento da palestra, Dias ainda comentou a chegada de imigrantes africanos à região. Ele disse que os governos federal, estadual e municipal estão atuando em conjunto para atender as pessoas que tem procurado Criciúma e região em busca de emprego e melhores condições de vida. “Essas pessoas perceberam que existe oportunidade aqui na região, que há vagas para serem preenchidas e estão sendo atendidas, inclusive com aulas de português oferecidas pela prefeitura”, acrescentou.
O ministro debateu ainda com estudantes e dirigentes de sindicatos e entidades empresariais os efeitos da crise internacional e as alternativas para que o País continue gerando empregos.
Fonte:
Portal Brasil com informações do Ministério do Trabalho
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