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Economia e Emprego

Planejamento revê projeção de crescimento do PIB de 2014

Controle de gastos

Informação integra o Relatório de Receitas e Despesas Primárias do 4º bimestre do ano, divulgado pela pasta
por Portal Brasil publicado: 23/09/2014 16h55 última modificação: 23/09/2014 16h55

O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão revisou, nesta semana, a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2014 para 0,9%. A informação consta no Relatório de Receitas e Despesas Primárias do 4º bimestre do ano. A projeção anterior indicava alta de 1,8%.

Segundo informações da pasta, o documento traz dados reavaliados com espaço para redução de R$ 10,5 bilhões na projeção de Receita Primária, líquida de Transferência a Estados e a Municípios.

Avaliação dos parâmetros macroeconômicos em relação ao relatório anterior são os seguintes:

 Confira o relatório de Receitas e Despesas Primárias de 2014, divulgado pelo Ministério do Planejamento

As alterações em relação à avaliação anterior foram as seguintes:

  1.  Redução de R$ 10,5 bilhões na projeção da Receita Primária, líquida de Transferências a Estados e Municípios, em relação ao constante no Relatório referente ao terceiro bimestre, resultante da combinação de queda nas projeções na maioria das receitas Administradas pela Receita Federal, parcialmente compensada pelo aumento verificado nas projeções para as receitas de Dividendos e Receitas Próprias. 
  2.  Redução nas projeções de despesas obrigatórias, no montante de R$ 7,0 bilhões, resultante da combinação de diminuições em algumas projeções, parcialmente compensadas pelo aumento verificado em outras.Os principais decréscimos observados foram nas estimativas de Pessoal e Encargos Sociais (R$ 2,2 bilhões); de Auxílio à CDE (R$ 4,0 bilhões) e de Subsídios e Subvenções Econômicas (R$ 3,0 bilhões). Já os incrementos mais significativos foram verificados nas projeções com pagamento de Créditos Extraordinários (R$ 0,5 bilhão) e Fundos FDA, FDNE e FDCO (R$ 0,8 bilhão).
  3. Houve ainda a decisão de se utilizar os recursos do Fundo Soberano do Brasil (FSB), de forma a mitigar os efeitos do atual quadro econômico, caracterizado por uma perspectiva de crescimento mais baixo nesse ano. Essa medida de política econômica visa à atenuação dos efeitos conjunturais de redução da arrecadação federal.

Fonte:
Ministério do Planejamento

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