Economia e Emprego
Grupo vai elaborar plano de trabalho para combater pragas
Produção agrícola
A composição do Grupo Técnico-Científico sobre Manejo de Resistência (GTMR), de insetos-praga a proteínas isoladas de Bacillus thuringiensis, foi divulgada na quarta-feira (1º), informou o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A oficialização dos integrantes foi publicada no Diário Oficial da União (DOU), por meio da portaria nº 953.
O Grupo vai assessorar o Ministério na avaliação das recomendações relacionadas ao manejo de resistência da praga, inclusive no que se refere à prática de plantio de áreas de refúgio, e também vai promover o levantamento e o intercâmbio de informações relacionadas ao manejo de resistência em cultivos comerciais que utilizam plantas com tecnologia empregadas para resistir aos insetos.
Entre as funções que o Grupo vai desempenhar, destacam-se: o acompanhamento do desempenho das tecnologias de resistência de insetos-praga em plantas, quanto à eficiência no controle de pragas-alvo indicadas, e a avaliação dos resultados de monitoramento de resistência conduzidos pelas empresas detentoras de tecnologias que combatem os insetos-praga.
Integrantes
O diretor do Departamento de Sanidade Vegetal da Secretaria de Defesa Agropecuária (DSV/SDA), Luis Rangel, será o coordenador do grupo. Celso Omoto, Daniel Sosa-Gomez, Rose Solon de Pontes e Silvana de Paula-Moraes são os outros nomes indicados, também pela SDA, para trabalhar no GTMR.
Além desses especialistas, a equipe contará com Renato Carvalho, Itavor Nummer, Fernanda Carvalho e Ana Catarina Corrêa, que são profissionais do segmento empresarial de biotecnologia.
Como previsto na portaria nº 950, publicada na última semana no DOU, algumas instituições do sistema produtivo brasileiro, que fazem parte do grupo, também já indicaram os representantes: Alexandre Schenkel (Abrosoja); José Waquil (Abramilho); Celito Breda (Abrapa) e Alexandre Bernardes (CNA). Os trabalhos serão iniciados na semana que vem.
Para Rangel, a expectativa quanto ao grupo é poder discutir as recomendações já definidas para esta período que se inicia e avaliar cada uma delas em função das informações disponíveis.
“A partir do acompanhamento do ano agrícola, será possível definir as próximas estratégias de trabalho. A agenda de trabalho do grupo também será definida na primeira reunião”, afirma Rangel.
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