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Economia e Emprego

Produção primária florestal somou R$ 18,7 bilhões em 2013

Pesquisa

Em 2013, a participação de produtos madeireiros na extração vegetal totalizou R$ 3,2 bilhões e o de não madeireiros, R$ 1,3 bilhões
por Portal Brasil publicado: 16/12/2014 19h13 última modificação: 16/12/2014 19h13

Em 2013, a produção primária florestal somou R$ 18,7 bilhões, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nesta terça-feira (16).

De acordo com dados da pesquisa Produção de Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS) 2013a silvicultura contribuiu com 76,1% (R$ 14,1 bilhões) e a extração vegetal, com 23,9% (R$ 4,5 bilhões).

No período analisado, o grupo de produtos alimentícios gerou 71,3% do valor da produção extrativa não madeireira. Os destaques desse grupo foram o açaí (R$ 409,7 milhões), a erva-mate nativa (R$ 400,0 milhões) e a castanha-do-pará (R$ 72,1 milhões).

Em 2013, a participação de produtos madeireiros na extração vegetal totalizou R$ 3,2 bilhões e o de não madeireiros, R$ 1,3 bilhões. Na silvicultura os quatro produtos madeireiros somaram R$ 14,1 bilhões e os três não madeireiros apenas R$ 143,8 milhões. 

Segundo o IBGE, em relação a 2012, houve queda de produção em 24 produtos do extrativismo vegetal. Por outro lado, 14 apresentaram variação positiva. 

Produção não madeireira

Em 2013, na produção extrativa não madeireira, o grupo de produtos “Alimentícios” participou com 71,3% do valor total da produção dos não madeireiros, seguido pelas Ceras (10,6%), Oleaginosos (10,4%) e Fibras (6,8%).

A maior parte do extrativismo vegetal não madeireiro se concentra no Norte, com destaque para o açaí (93,6%) e castanha-do-pará (95,8%), e no Nordeste, com amêndoas de babaçu (99,7%), fibras de piaçava (95,2%) e pó de carnaúba (100,0%). O Sul concentra apenas dois produtos: erva-mate (99,9%) e pinhão (96,8%)

No grupo dos produtos alimentícios, os destaques em valor da produção foram o açaí (R$ 409,7 milhões), erva-mate nativa (R$ 400,0 milhões) e a castanha-do-pará (R$ 72,1milhões). Nas ceras, o pó de carnaúba (R$ 118,1 milhões), nos oleaginosos, as amêndoas de babaçu (R$ 121,8 milhões) e nas Fibras, a piaçava (R$ 82,9 milhões).

Além dos alimentos, a produção não madeireira da silvicultura, concentrada nas Regiões Sudeste e Sul, apresentou aumento na quantidade obtida de folhas de eucalipto (22,1%) e decréscimo de produção para cascas de acácia-negra (-29,3%) e resina (-0,4%).

Produção madeireira

Os produtos madeireiros do extrativismo vegetal com altas na quantidade foram nó de pinho (48,2%) e árvores abatidas do pinheiro-brasileiro nativo (141,8%). Já carvão vegetal (-13,2%), lenha (-9,8%) e madeira em tora (-8,4%) recuaram. 

Segundo o IBGE, a produção de carvão vegetal, lenha e madeira em tora apresentaram reduções devido à crescente fiscalização e à proibição em alguns estados do uso de lenha e carvão oriundos de matas nativas.

Na produção madeireira da silvicultura, o Sudeste é líder em carvão vegetal (85,2%) e madeira em tora para papel e celulose (39,5%). O Sul responde por 60,7% da lenha e 57,4% da madeira em tora para outras finalidades.

A principal espécie florestal da silvicultura nacional é o Eucalipto, que representa 98,5% da produção total de carvão vegetal, com o Pinus (0,7%) e outras espécies (0,8%) a seguir.

Na produção de lenha, o Eucalipto contribuiu com 84,8%, o Pinus com 6,6% e outras espécies com 8,6%. Na produção de madeira em tora o Pinus contribui com 29,3% e o Eucalipto com 68,8%.

Fonte:
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

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