Economia e Emprego
Projetos no Pará receberão R$ 51 milhões em investimentos
Desenvolvimento social
O projeto de desenvolvimento do cultivo de hortaliças já recebeu R$ 448 mil dentro do PDRS do Xingu
Desde 2011, o Comitê Gestor do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável (PDRS) do Xingu liberou R$ 150 milhões para 147 projetos. Em 2015, R$ 51,6 milhões serão disponibilizados por meio de edital.
Até o momento, 22% dos projetos já foram concluídos, 60% estão em execução e 18% estão em fase de contratação. As iniciativas beneficiaram as cidades de Altamira, Anapu, Brasil Novo, Gurupá, Medicilândia, Pacajá, Placas, Porto de Moz, Pacajá, Senador José Porfírio, Uruará e Vitória do Xingu.
Entre os projetos já aprovados estão o fortalecimento dos Conselhos Municipais de Direito da Criança e do Adolescente (R$ 300 mil); a construção do Centro Cultural dos Povos Indígenas Xipaia, Curuaia e Juruna (R$ 314 mil); a implantação de pólos de desenvolvimento nas Reservas Extrativistas da Terra do Meio (R$ 795 mil); e o desenvolvimento do cultivo de hortaliças (R$ 448 mil) e da cadeia produtiva do cacau (R$ 900 mil) em Altamira.
De acordo com o diretor do Departamento de Energia Elétrica da Secretaria do PAC, Celso Knijnik, a expectativa do governo federal nesta reunião é aprovar e ver a execução dos projetos o mais rápido possível.
Os investimentos se destinam ao fomento econômico, à infraestrutura, à segurança alimentar, à inclusão social, à capacitação e gestão municipal, à saúde e à educação.
Knijnik destacou ainda que a expectativa do governo a longo prazo é que a sociedade tenha cada vez mais autonomia na gerência do PDRS. “Queremos avançar no processo de gestão do comitê. A região tem tomado as rédeas do plano e nossa intenção é que o PDRS tenha uma gestão que dependa cada vez menos dos órgãos de governo, em termos de condução do processo”, afirmou.
PDRS do Xingu
O Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável (PDRS) do Xingu tem a finalidade de implementar políticas públicas e iniciativas da sociedade civil que promovam o desenvolvimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida de mais de 400 mil pessoas que habitam a região impactada pela construção da Usina Hidrelétrica Belo Monte.
No leilão de energia de Belo Monte foi prevista a aplicação pelo empreendedor de R$ 500 milhões em projetos definidos pelo Comitê Gestor do PDRS.
Esse colegiado, formado em julho de 2011, é constituído por representantes dos governos federal, estadual e municipais, dos movimentos sociais, organizações ambientais e não governamentais, entidades sindicais de trabalhadores urbanos, rurais e dos pescadores, além de entidades patronais e comunidades indígenas, que decidem sobre a aplicação dos recursos.
Fonte:
PAC
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