Economia e Emprego
Primeiro carregamento de nafta de Abreu e Lima é concluído
Refino e produção
A Petrobras realizou, nessa terça-feira (13), o primeiro carregamento de nafta petroquímica da Refinaria Abreu e Lima (Rnest) e deu início à programação de venda do produto.
A nafta petroquímica será entregue à Braskem, grupo petroquímico com unidades em vários pontos do País.
Do total de 56 mil e 650 metros cúbicos (m³) produzidos até o momento pela Rnest, foram expedidos neste primeiro carregamento 18 mil e 63 m³ do produto.
O navio FSL Singapore, atracado no Porto de Suape, em Pernambuco, foi carregado com este volume e seguirá para São Sebastião, em São Paulo, onde será concluída a venda da nafta petroquímica para a Braskem.
A nafta petroquímica é produzida na Unidade de Destilação Atmosférica da Rnest, enviada aos tanques de armazenamento dentro da refinaria, certificada nos padrões da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), e posteriormente bombeada para navio, com apoio logístico da Transpetro.
A partir da nafta petroquímica, insumos petroquímicos como eteno, propeno, butadieno, benzeno e xileno são produzidos na Bahia, em São Paulo e no Rio Grande do Sul.
Em seguida, estes produtos intermediários são transformados na própria Braskem, e também por seus clientes, em plásticos como polietileno, polipropileno, poliestireno e PET, além de borrachas sintéticas, fios de náilon e diversos outros produtos usados pela indústria nacional.
Produção de sulfato de amônio
A nova unidade de produção de sulfato de amônio da Petrobras, situada na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados de Sergipe (Fafen-SE), tem capacidade para produzir até 303 mil toneladas/ano, o que equivale a 80% da demanda total da região Nordeste.
O sulfato de amônio contém nitrogênio na composição e também é excelente fonte de enxofre, muito utilizado no cultivo de milho, cana-de-açúcar e algodão.
A Petrobras investiu US$ 169 milhões na construção da unidade, gerando 884 empregos no pico de obra. Do total investido, 79% foram aplicados na aquisição de bens e serviços com conteúdo local. A planta, inaugurada no segundo semestre do ano passado, comercializou 34 mil toneladas de sulfato de amônio até dezembro.
Além de reduzir a dependência do mercado externo por fertilizantes nitrogenados, a nova unidade de sulfato de amônio aumenta o portfólio da Petrobras, confirmando a estratégia da Companhia de consolidar sua posição no mercado nacional de produtos gás químicos.
Fonte:
Agência Petrobras
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