Economia e Emprego
Rio de Janeiro lidera avanço da renda entre regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE
RENDA
Entre as seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o rendimento médio real habitual da população ocupada no Rio de Janeiro teve a maior expansão em 2014 (6,4%), com Recife (4,1%) a seguir, segundo dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) divulgada nesta quinta-feira (29).
Em relação a 2003, quatro regiões apresentaram variações maiores que a verificada no total das seis regiões metropolitanas (33,1%): Recife, Porto Alegre, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, com taxas de 36,6%; 39,8%; 43,5% e 49,3%, respectivamente. As menores variações foram em São Paulo (23,9%) e Salvador (27,5%). Embora São Paulo tenha crescido menos do que a média das regiões pesquisadas, seu patamar é o segundo mais alto (R$ 2.192,43), logo atrás do Rio de Janeiro (R$ 2.346,50).
De 2013 para 2014, o rendimento aumentou em quase todas as formas de inserção: empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (1,7%), os militares e funcionários públicos estatutários (2,6%), trabalhadores por conta própria (3,8%) e empregadores (7,1%). Já os empregados sem carteira no setor privado registraram queda real de 1,7%.
O maior percentual de redução na população desocupada de 2014 em relação a 2013 também ocorreu na região metropolitana do Rio de Janeiro (-23,4%), com São Paulo (-16,5%) e Belo Horizonte (-12,5%) a seguir. Nas regiões metropolitanas de Salvador (14,8%), Porto Alegre (8,7%) e Recife (1,8%), por outro lado, a população desocupada cresceu entre 2013 e 2014.
A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) é realizada nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. Sua publicação completa está em
www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/trabalhoerendimento/pme_nova/.
A publicação da Retrospectiva do Mercado de Trabalho 2003-2014 está em
www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/trabalhoerendimento/pme_nova/estudos_retrospectiva.shtm
Fonte: Portal Brasil com informações do IBGE
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