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Economia e Emprego

Levy diz que ajuste fiscal rápido trará crescimento de volta e pede confiança dos empresários

Ações do governo

Segundo ministro, governo não irá criar impostos, mas vai realizar mudanças tributárias para garantir tranquilidade ao mercado
por Portal Brasil publicado: 17/03/2015 15h42 última modificação: 17/03/2015 15h42

A consolidação do ajuste fiscal é urgente e importante para reduzir as incertezas do momento, afirmou o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, durante encontro com empresários, promovido pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), nesta segunda-feira (16). O ministro disse que, quando sabem as regras do jogo, as pessoas podem tomar decisões e tomar o risco de investir. Ele pediu para que os empresários tenham confiança nas ações do governo.

“O ajuste fiscal rápido e completo é necessário para eliminar as incertezas e criar um ambiente de negócios favorável para que a iniciativa privada assuma riscos”, disse. E acrescentou: "Se a gente tiver coragem, não vai ser difícil. Se a gente fizer rápido, vamos ter resultado rápido. Se ficarmos com medo, a gente paralisa. Agora a hora é de ter confiança. A primeira coisa é ter as contas públicas em ordem. Temos uma porção de outras coisas que podemos fazer – e vamos ter sucesso".

Joaquim Levy afiançou ainda que governo não irá criar impostos, mas vai realizar mudanças tributárias."Acho que é importante vocês entenderem que estamos trabalhando. (...) Trabalhamos nos diversos setores para a economia voltar a crescer", disse.

Ele frisou que o objetivo das medidas fiscais é trazer tranquilidade aos negócios e nenhuma delas traz aumento de impostos. “Nossa agenda é de realismo de preço, para as pessoas terem confiança”. (...)“Temos de fazer a coisa certa, em curto tempo.

Aos empresários presentes na ACSP, o chefe da Fazenda voltou a afirmar que o governo não está fazendo ajuste “só pelo ajuste”, mas para “acertar a casa, limpar o convés, levantar as velas e ir”. Desta forma, disse, é possível dar oportunidade para a iniciativa privada e aumentar a confiança do mercado.

O ajuste fiscal, disse, é “para arrumar a casa e fazer com que o País volte a crescer. Como essa é uma economia de mercado, é preciso dar oportunidade para a iniciativa privada”.

Mas lembrou que “essas medidas precisam ser tratadas com o sócio do Executivo, que é o Congresso”.

Medidas anticíclicas também foram reduzidas em outros países

Segundo Levy, o governo está “reduzindo as políticas anticíclicas, que eram temporárias e não permanentes”, por serem insustentáveis, do ponto de vista fiscal. “Todos os países reverteram suas medidas anticíclicas”.

Acrescentou que as medidas tomadas recentemente “nada mais são do que ajuste à nova situação econômica. Tivemos que arrumar a casa para voltarmos a crescer. O País tem de se adaptar à nova realidade. A boa notícia é que o Brasil pode se adaptar”.

Grau de investimento

De acordo com Joaquim Levy, o governo “está trabalhando para evitar cenários desfavoráveis, como downgrade, inflação alta e recessão. A realidade exige ação rápida, criar estabilidade para a gente voltar a crescer”

Ele citou ainda que, além do ajuste fiscal, o governo tem feito outras ações, trabalhando com diversos setores para voltar a crescer. Concluiu enfatizando que “não é hora de ter medo, mas sim de ter confiança”.

Fonte: Portal Brasil com informações da Associação Comercial de São Paulo e do Ministério da Fazenda

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