Economia e Emprego
Ministro se reúne com entidades de mulheres camponesas
Meio rural
O ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, se reuniu com representantes de diversas entidades que participaram da Jornada Nacional de Lutas das Mulheres Camponesas na terça-feira (10).
Após ouvir as reivindicações das trabalhadoras, o ministro foi convidado a falar aos participantes da manifestação que aguardavam em frente ao ministério. Em sua fala, Gabas ratificou o compromisso com a manutenção dos benefícios previdenciários aos trabalhadores do campo.
Durante o encontro, as representantes das entidades apresentaram ao ministro e à presidente do INSS, Elisete Berchiol, um documento contendo reivindicações que tratam desde as regras da Medida Provisória 664 até o atendimento às trabalhadoras rurais nas Agências da Previdência Social.
Ficou acertada a instalação de um grupo permanente para tratar da concessão de benefícios previdenciários aos trabalhadores rurais. “Juntos, governo e trabalhadores, vamos acompanhar o caminho do reconhecimento dos direitos para que, ao chegar à agência, as mulheres e homens do campo tenham garantido os seus benefícios”, afirmou o ministro. A primeira reunião do grupo deve ocorrer ainda esta semana, em Brasília.
Salário mínimo
Sobre a MP 664, o ministro esclareceu que “nenhum benefício será menor do que o salário mínimo”, que é o piso previdenciário. “Há confusão em torno dessa questão porque a MP estabelece um mínimo de 60% da pensão por morte, se houver apenas um dependente, no caso dos maiores benefícios. Independentemente desta regra, o mínimo que um pensionista receberá será um salário mínimo”, observou.
Após a reunião, ao se dirigir para falar com os participantes da jornada, Gabas reafirmou ao grupo “o respeito que o governo tem para com os trabalhadores que produzem os alimentos que comemos”.
Ao saudar as camponesas “que vêm democraticamente, organizada e pacificamente reivindicar os seus direitos”, o ministro disse que a pasta está sempre aberta para recebê-las.
“As conquistas sociais foram resultado de organização e de luta. É direito do trabalhador se organizar e reivindicar melhor qualidade de vida”, declarou.
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