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'Mercosul precisa de acordo automotivo livre', diz ministro

Comércio Exterior

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, propõe que o comércio bilateral e regional se amplie muito nos próximos anos
por Portal Brasil publicado: 17/02/2016 16h21 última modificação: 17/02/2016 18h03
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil Armando Monteiro diz confiar na receptividade positiva da proposta brasileira pela equipe do presidente Mauricio Macri

Armando Monteiro diz confiar na receptividade positiva da proposta brasileira pela equipe do presidente Mauricio Macri

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Armando Monteiro, chega nesta quarta-feira (17) a Buenos Aires com o objetivo de negociar um acordo de livre comércio automotivo com Argentina, em substituição ao atual sistema de cotas. Antes de embarcar, ele defendeu não apenas o fortalecimento da corrente bilateral, mas um amplo acordo entre os países que formam o Mercosul - Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela - nesse setor. As conversas com representantes do governo argentino começam nesta quinta-feira (18), com a expectativa de que a liberação de impostos de importação a veículos brasileiros pela Argentina seja acertada para o segundo semestre deste ano.

“Estamos indo hoje (quarta-feira) para a Argentina e temos muita confiança de que no Mercosul precisamos ter um comércio automotivo livre. É um marco que precisamos buscar”, afirmou o ministro. Brasil e Argentina mantém atualmente um acordo de cotas para compra de veículos, cujo prazo vence em julho de 2016. Esse modelo tem sido prorrogado anualmente nos últimos anos e, agora, o MDIC espera que seja possível a construção de um acordo amplo e sem barreiras. 

Monteiro disse confiar na receptividade positiva pela equipe do presidente Mauricio Macri da proposta brasileira de eliminar a tributação sobre a compra de carros produzidos no País. “É nessa perspectiva que estamos indo a Buenos Aires e com muita confiança de que, sobretudo com o novo governo argentino, a gente possa ter essa justa ambição de estabelecer um marco muito mais amplo para que o comércio bilateral e regional se amplie muito nos próximos anos”, disse. 

O ministro ressaltou que Brasil e Argentina já tiveram uma corrente de comércio próxima de US$ 40 bilhões, em 2011, sendo 40% desse volume em carros vendidos dos dois lados da fronteira. Em 2015, a corrente de comércio bilateral foi de US$ 23 bilhões. “Nós queremos que esse comércio tenha dinamismo nos próximos anos e, para isso, esse marco de um acordo de livre comércio vai nos ajudar muito”, considerou Monteiro. 

Caso o Brasil consiga fechar um acordo com a Argentina nos próximos meses, será o quinto acerto consecutivo envolvendo o setor automotivo. Em 2015, o Brasil negociou o fim de barreiras tributárias aos carros brasileiros na Colômbia, Uruguai, México e Paraguai.

Fonte: Portal Brasil, com informações do MDIC

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