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Navio-plataforma Cidade de Maricá entra em operação no pré-sal

Petrobras

A unidade vai produzir, armazenar e transferir petróleo ancorada a uma profundidade de 2.120 metros e a cerca de 270 quilômetros da costa
publicado: 17/02/2016 15h36 última modificação: 17/02/2016 15h36
Petrobras A camada pré-sal contida nas Bacias de Santos e de Campos já responde por 35% da produção brasileira de petróleo

A camada pré-sal contida nas Bacias de Santos e de Campos já responde por 35% da produção brasileira de petróleo

O sétimo grande sistema definitivo de produção do pré-sal da Bacia de Santos iniciou suas operações neste mês, na área de Lula Alto, no campo de Lula. A Petrobras informa que  produção está sendo processada pelo navio-plataforma (FPSO) Cidade de Maricá, cuja capacidade é de produzir, diariamente, até 150 mil barris de petróleo e 6 milhões de metros cúbicos de gás. A unidade vai produzir, armazenar e transferir petróleo ancorada a uma profundidade de 2.120 metros e a cerca de 270 quilômetros da costa.

Com mais este sistema de produção, a camada pré-sal contida nas Bacias de Santos e de Campos já responde por 35% da produção brasileira de petróleo. Entre as empresas com atividades no pré-sal brasileiro, apenas aquelas integrantes de consórcios liderados pela Petrobras têm participação nesta produção.

A consolidação da Bacia de Santos, que responde por 70% da produção da camada pré-sal, vem se dando há pouco mais de cinco anos, com uma média de lançamento de uma grande plataforma a cada nove meses. A performance da produção tem se mostrado dentre as melhores em termos mundiais, sendo que os quatro primeiros sistemas de produção, instalados entre 2010 e 2014, permanecem produzindo praticamente a plena capacidade (475 mil barris diários de petróleo, com apenas 19 poços produtores).

Gasoduto

No último dia 12 a Petrobras iniciou a operação da segunda rota de escoamento de gás natural produzido no pré-sal da Bacia de Santos, através de um gasoduto denominado Rota 2. Com 401 quilômetros, o Rota 2 é o gasoduto submarino de maior extensão em operação no Brasil e possui capacidade para escoar diariamente 13 milhões de metros cúbicos de gás, interligando os sistemas de produção do pré-sal da Bacia de Santos ao Terminal de Tratamento de Gás de Cabiúnas, em Macaé (RJ) que teve sua capacidade de processamento ampliada para 28,4 milhões de metros cúbicos por dia.

O gasoduto Rota 2 se interligará ao gasoduto Rota 1, em operação desde 2011, e com capacidade de escoamento de outros 10 milhões de metros cúbicos diários. Com 359 quilômetros de extensão e trechos de 18 e 34 polegadas de diâmetro, o Rota 1 é composto por dois trechos: o trecho Lula-Plataforma de Mexilhão e o trecho que liga a Plataforma de Mexilhão até a Unidade de Tratamento de Gás (UTGCA) Monteiro Lobato (SP) que teve a sua capacidade de processamento adequada, em 2014, para receber diariamente até 10 milhões de metros cúbicos de gás produzido no pré-sal da Bacia de Santos.

Com esse novo gasoduto, a capacidade total instalada de escoamento de gás natural do pré-sal da Bacia de Santos alcança o patamar de 23 milhões de metros cúbicos diários, o que assegurará o crescimento da  produção de petróleo e a ampliação do suprimento de gás nacional ao mercado brasileiro.

Fonte: Petrobras

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