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Economia e Emprego

Balança comercial fica positiva em US$ 23,6 bilhões

Recorde

Exportações superaram importações no primeiro semestre e chegam ao maior saldo da história. Grãos e automóveis impulsionam resultado
por Portal Brasil publicado: 01/07/2016 18h16 última modificação: 04/07/2016 11h53

As exportações superaram as importações em US$ 23,6 bilhões no primeiro semestre do ano  valor recorde para o período. Além dos produtos básicos, as vendas cresceram fortemente com a comercialização de veículos para países da América Latina.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (1º), pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Segundo o diretor do Departamento de Estatística e Apoio à Exportação, Herlon Brandão, apenas as exportações somaram US$ 90,2 bilhões no primeiro semestre.

“O Brasil vendeu para o exterior mais bens do que comprou. Isso é muito significativo porque ajuda a equilibrar as contas externas do Brasil”, explicou Brandão. “Nossa relação com o exterior era deficitária e passamos a um maior equilíbrio. Ajuda a melhorar a saúde financeira do País como um todo”, ponderou.

Esse resultado das exportações no período foram formados principalmente por soja em grão, cujo volume vendido cresceu 17,7% comparado ao primeiro semestre de 2015.

A lista segue com minério de ferro (+4%), carne bovina in natura (+14,1), celulose (+29%), aviões (+9,8%) e automóveis de passageiros (+50,4%).

Principais compradores

“China é um grande destino para a soja e carne bovina. O mercado chinês foi liberado no primeiro semestre do ano passado e aumentou muito o desempenho de carne bovina”, explicou Brandão.

Ele relatou ainda que houve aumento de vendas para o Japão e Coreia do Sul, principalmente de milho e de soja. Já para o México houve alta puxada por automóveis. Os principais destinos para celulose foram Holanda, China e Estados Unidos.

O ranking dos principais países de destino das exportações, no acumulado de janeiro a junho, foi liderado por China (US$ 21,0 bilhões), Estados Unidos (US$ 10,7 bilhões), Argentina (US$ 6,5 bilhões), Países Baixos (US$ 4,7 bilhões) e Japão (US$ 2,4 bilhões).

Já os principais países de origem das importações foram: China (US$ 11,4 bilhões), Estados Unidos (US$ 11,2 bilhões), Alemanha (US$ 4,7 bilhões), Argentina (US$ 4,2 bilhões) e Coreia do Sul (US$ 3,0 bilhões).

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços

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