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Economia e Emprego

Entenda o acordo para venda de carne entre Brasil e EUA

Exportações

Os dois países devem celebrar um acordo comercial que vai beneficiar os produtores de carne bovina in natura
por Portal Brasil publicado: 28/07/2016 11h18 última modificação: 29/07/2016 18h27
Carlos Severo/Fotos Públicas Acordo pode incrementar vendas brasileiras de carne bovina em US$ 900 milhões

Acordo pode incrementar vendas brasileiras de carne bovina em US$ 900 milhões

Brasil e Estados Unidos assinaram, nessa quinta-feira (28), acordo bilateral para venda da carne bovina in natura brasileira para o país norte-americano. O acordo é um contrato sanitário e fitossanitário. Desde que todas as exigências sejam cumpridas, ele garante que não sejam levantadas barreiras para a venda da carne em função de burocracia.

Um contrato desse tipo define regras sobre como a carne deve chegar a cada um dos países envolvidos, inclusive temperatura, forma de armazenamento e outros aspectos que garantem que aquele produto não fará mal aos consumidores ou trará impactos ecológicos indesejados.

Segundo o diretor de Acesso a Mercados e Competitividade, da Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, João Rossi, o mercado americano é bastante competitivo, assim como o brasileiro.

“O acordo é importante. Os EUA são um dos maiores mercados do mundo. Extremamente competitivo, então isso é um atestado da qualidade e da competência do nosso setor”, argumentou o técnico.

Potencial de vendas para os EUA

Segundo ele, esse acordo tem um potencial grande. “Mas só poderemos ter uma estimativa ao longo dos próximos meses. Depois de tanto tempo, a gente conseguiu vencer todos os obstáculos”, celebrou.

Os Estados Unidos dão cotas de exportação para Países que querem vender para eles. Algumas nações têm cotas específicas. O Brasil entrou em uma categoria na qual ele disputa o mercado com outros concorrentes. A cota total desse grupo é de 64,8 mil toneladas por ano.

Venda de carne para os EUA

“A gente já vem negociando há bastante tempo a abertura bilateral. O mercado americano é um mercado considerável e competitivo. Claro que a gente vislumbra um crescimento nas exportações”, ponderou Rossi.

Na avaliação do técnico do ministério, essas vendas vão depender do preço. “Vai depender do preço, se conseguimos chegar lá com um preço competitivo" observou.

"A gente exporta pro mundo inteiro, não tem porque não ter uma boa inserção no mercado americano”, explicou. As exportações devem começar até dezembro.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Agricultura

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