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Economia e Emprego

Empresários da construção estão mais confiantes no futuro

Recuperação da economia

Sondagem divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que empresários preveem um cenário melhor para o setor nos próximos meses
por Portal Brasil publicado: 22/08/2016 16h03 última modificação: 22/08/2016 16h10
Dênio Simões/Agência Brasília Com melhora de indicadores, expectativa é de avanço também para o emprego na construção civil

Com melhora de indicadores, expectativa é de avanço também para o emprego na construção civil

Os empresários da construção civil estão cada vez mais confiantes em relação ao futuro. Uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra melhora em indicadores de nível de atividade, novos empreendimentos, compra de insumos e número de empregados.

O levantamento, chamado de Sondagem da Indústria da Construção, foi divulgado pela entidade nesta segunda-feira (22) e ouviu 618 empresas, sendo 192 pequenas, 284 médias e 142 grandes. Os dados foram coletados entre 1° e 11 de agosto.

A pesquisa mostra que a expectativa é de um nível de atividade melhor no futuro, com aumento de produção. Entre julho e agosto, essas expectativas subiram de 44,6 pontos para 46,1.

Essa sondagem é semelhante a um termômetro que vai de zero a 100. Quando o indicador supera os 50 pontos, indica confiança; quando ele está abaixo dessa linha, sugere retração. As tendências dos indicadores, no entanto, mostram evolução desde abril.

A expectativa de novos empreendimentos e serviços também registrou uma melhora expressiva entre julho e agosto, subiu de 41,4 pontos para 44,8. O indicador que mede a compra de insumos e matérias-primas passou de 42,7 para 44,3.

Emprego na construção civil

Com o avanço desses indicadores, a projeção dos empresários é de condições melhores para o mercado de trabalho no futuro. De julho para agosto, essa avaliação aumentou de 42 pontos para 43,5.

Entre as empresas observadas, as mais otimistas são as pequenas, que em agosto registraram 48,1 pontos no indicador de nível de atividade. O segundo lugar fiou com as médias, com 47 pontos. As grandes registraram 44,9 pontos.

Fonte: Portal Brasil, com informações da CNI

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