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Economia e Emprego

Produção industrial cresce pelo 4º mês consecutivo

Recuperação da economia

Principal influência vem de bens de capital, segmento que fabrica itens que podem ser usados para tirar investimentos do papel
por Portal Brasil publicado: 02/08/2016 16h29 última modificação: 02/08/2016 18h57
Arquivo ABr Aumento da produção industrial é importante porque indica que o empresário acredita no futuro da economia

Aumento da produção industrial é importante porque indica que o empresário acredita no futuro da economia

A produção industrial voltou a crescer no Brasil e assumiu uma tendência de alta. Pelo quarto mês consecutivo, registrou taxa positiva, um avanço de 1,1% na comparação entre maio e junho. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e foram divulgados nesta terça-feira (2).

Esse indicador é importante porque a indústria só produz se ela tiver confiança que no futuro conseguirá vender seus bens. Mais produção também significa, em algum momento, mais emprego e, em última instância, ajuda a impulsionar o Produto Interno Bruto (PIB).

André Macedo, gerente da Coordenação de Indústria do IBGE, explicou que essa tendência de alta tem sido influenciada por bens de capital, segmento da indústria que fabrica itens que podem gerar mais riqueza, a exemplo de máquinas e equipamentos para construção.

Uma economia que incrementa a produção de bens de capital se prepara para, em algum momento, aumentar os investimentos. Como em um círculo virtuoso, quando esses projetos saem do papel, geram emprego, renda e crescimento para o País.

Investimentos e emprego

Segundo Macedo, os bens de capital registraram alta de 2,1% entre maio e junho, a sexta alta consecutiva no indicador. “Há uma manutenção da tendência de alta”, observou o técnico.

Essa recuperação também está disseminada. Entre os 24 ramos observados pelo IBGE, 18 apresentaram taxas positivas em junho. A principal influência positiva veio de veículos automotores, reboques e carrocerias com 8,4% de alta.

Outras contribuições vieram de perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal (4,7%); metalurgia (4,7%); confecção de artigos do vestuário e acessórios (9,8%); artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (10,8%); produtos farmoquímicos e farmacêuticos (4,4%); e produtos de borracha e de material plástico (2,4%).

Produção industrial de julho

Fonte: Portal Brasil, com informações do IBGE

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