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Economia e Emprego

Banco Central e Fiesp defendem teto para o gasto público

PEC 241

Nota divulgada após reunião classifica a PEC 241, assim como a reforma previdenciária, como importantes para a economia do Brasil
por Portal Brasil publicado: 26/10/2016 15h33 última modificação: 26/10/2016 16h07
Beto Nociti/BCB Ilan Goldfajn se reuniu com Paulo Skaf. Os dois falaram sobre a importância dos ajustes para a econômia

Ilan Goldfajn se reuniu com Paulo Skaf. Os dois falaram sobre a importância dos ajustes para a econômia

O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, defendeu o teto para os gastos públicos e a reforma da Previdência como “importantes” para a sustentabilidade da dívida pública e para a economia. A avaliação foi divulgada após encontro com o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf.

Após o encontro, que ocorreu nesta quarta-feira (26), o Banco Central divulgou uma nota com relatos sobre os temas abordados. “A conversa versou, principalmente, sobre conjuntura econômica e ambos expressaram suas percepções e opiniões sobre os caminhos para a recuperação econômica”, explica o comunicado.

A nota diz ainda que o presidente Goldfajn, no encontro, ressaltou a importância da manutenção de inflação baixa e estável e dos ajustes na economia para o início de um ciclo de crescimento sustentável.

“Para ambos, os ajustes fiscais em curso, especialmente o estabelecimento de um teto para o crescimento dos gastos públicos (PEC 241) e a reforma previdenciária, são passos importantes para assegurar o retorno de uma trajetória sustentável para a dívida sem aumento de impostos, com benefícios para todos os setores econômicos”, diz o texto.

Produtividade no Brasil

Os dois presidentes também destacaram os benefícios do trabalho em conjunto entre autoridades públicas e lideranças privadas para levar à frente uma agenda positiva para o Brasil, que contemple outras reformas, o aumento da produtividade nos setores público e privado e a redução sustentável dos juros básicos e do custo do crédito.

Confira a íntegra da nota.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Banco Central

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