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Economia e Emprego

Pensões e benefícios continuados ganham novas regras com texto atual

Reforma da Previdência

Documento substitutivo muda regras para idade e acúmulo de benefícios. Proposta ainda precisa ser aprovada pelo Congresso
por Portal Brasil publicado: 19/04/2017 18h00 última modificação: 19/04/2017 18h16
Foto: Secretaria de Previdência Reforma da Previdência deixa regras mais claras para quem tem direito aos benefícios

Reforma da Previdência deixa regras mais claras para quem tem direito aos benefícios

A reforma da Previdência recebeu, nesta quarta-feira (19), um texto substitutivo que torna as regras de acesso à aposentadoria mais acessíveis. Entre as propostas que podem ser alteradas estão as de Benefícios de Prestação Continuada (BPC) e as de pensões.

Pela proposta antiga, os benefícios continuados perderiam a vinculação com o salário mínimo. Agora, isso será mantido. A idade mínima para ter acesso também foi alterada: passou de 70 anos para 65.

Essa idade, no entanto, mudará com o decorrer dos anos. A partir de 2020, ela começa a aumentar gradualmente até alcançar os 68 anos. Atualmente, o BPC garante um salário mínimo mensal ao idoso acima de 65 anos ou à pessoa com deficiência de qualquer idade com impedimentos de natureza física, mental, intelectual ou sensorial de longo prazo.

As regras em vigor precisam ser alteradas, entre outros motivos, por deixarem brechas para solicitações indevidas. Muitas concessões feitas nos últimos anos não seguem critérios específicos e têm sido liberadas via decisão judicial. Com a reforma, essas disputas jurídicas devem chegar ao fim.

Regras para pensões

A proposta para mudança das pensões também ganhou um novo texto. Antes, elas seriam desvinculadas do salário mínimo e passaria a ser proibido acumular mais de um benefício, como aposentadoria e pensão.

Agora, o novo texto mantém a vinculação ao salário mínimo e permite uma acumulação de benefícios, mas desde que limitado a dois salários mínimos. A proposta de reforma da Previdência ainda está em tramitação no Legislativo e, para passar a valer, precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional.

Fonte: Portal Brasil

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