Cultura

Raridade

Maior pepita de ouro exposta do mundo está em Brasília

Exibida no Museu de Valores do Banco Central, pedra pesa 60,8 kg e foi encontrada no garimpo de Serra Pelada, no Pará, em 1983
publicado: 28/07/2017 18h02, última modificação: 23/12/2017 11h24
Maior pepita de ouro exposta do mundo está em Brasília

O valor em reais correspondente ao peso da pepita e ultrapassa R$ 7,4 milhões, segundo o Banco Central - Foto: Divulgação/Banco Central

Uma das opções de passeio para turistas, moradores e trabalhadores do centro de Brasília (DF) é o Museu de Valores do Banco Central do Brasil. A programação é oportunidade para aprender mais sobre a cultura e história do País  e do mundo  por meio do dinheiro e também se divertir com os elementos curiosos e raridades do acervo.

O destaque é a maior pepita de ouro exposta do mundo, um dos atrativos da visitação e que faz parte do acervo do Banco Central há mais de 30 anos. A pedra, apelidada de pepita Canaã, pesa 60,8 kg (desse total, são 52,3 kg de ouro contido) e foi encontrada pelo garimpeiro Júlio de Deus Filho, em Serra Pelada, no Pará, em 1983. A pepita é a maior parte de uma pedra de quase 150 quilos, que se partiu em vários pedaços quando foi retirada do solo.

O Banco Central estima, levando em consideração a cotação do ouro, que o valor em espécie da pepita corresponda a quase R$ 7,5 milhões. A instituição destaca, porém, que o valor histórico da pepita, por tratar-se de peça única, é inestimável.

Dinheiro e história

A visita ao Museu de valores é também uma oportunidade para conhecer um pouco da história do Brasil e de outros países por meio do dinheiro.

O acervo conta com cerca de 125 mil peças, brasileiras e estrangeiras. A coleção contém itens dos mais antigos aos mais modernos meios de pagamento e formas de riqueza, entre condecorações, medalhas, documentos históricos, títulos públicos e particulares, como debêntures, ações, bônus, cheques, apólices, cartões de crédito. Há também os vales impressos ou cunhados, os jetons e os sinetes.

A coleção do espaço conta também com documentos e objetos que permitem entender como o progresso tecnológico da fabricação de dinheiro evoluiu ao longo do tempo. Matrizes de cédulas, cunhos, estudo de cores, discos monetários, desenhos originais de cédulas e moedas.

O museu oferece exposições permanentes e temporárias, desenvolve programas de integração com escolas, mantém serviços de atendimento a pesquisas na área numismática (ciência de estudo das moedas) e também promove exposições itinerantes.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Banco Central e da TV Brasil
error while rendering plone.belowcontentbody.relateditems