Ciência e Tecnologia

Brasil sedia Olimpíada Internacional de Astronomia

publicado: 16/04/2012 19h57, última modificação: 22/12/2017 12h30

Em agosto deste ano, estudantes dos cinco continentes desembarcarão no Rio de Janeiro para participar da Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA), na qual os equipamentos são telescópios, calculadoras, criatividade e aplicação. 

Reconhecida pela União Astronômica Internacional (IAU), a associação mundial dos astrônomos profissionais, a olimpíada envolve estudantes de ensino médio de todo o mundo. No Brasil, os estudantes são selecionados a partir da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), que existe desde 1998. 

Uma especificidade da organização da IOAA é que cada país participante deve se comprometer com a realização de uma edição da competição, arcando com todas as despesas relativas à estadia dos participantes e organização geral do evento. Para tal, é necessário o apoio de diferentes setores da sociedade. 

A missão de apoiar o espírito olímpico e acolher equipes de 30 países, na primeira olimpíada científica de alcance mundial em solo brasileiro, tem o envolvimento o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e de seus institutos de pesquisa e divulgação em astronomia: o Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast), o Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA) e o Observatório Nacional (ON). 

Da mesma forma, participam o Ministério da Educação, o governo do estado do Rio e as prefeituras do Rio de Janeiro e de Vassouras (RJ), por meio das respectivas instituições. 

Como país-sede, o Brasil tem direito este ano a duas equipes. Todos os estudantes farão, como todos os anos, as três modalidades de prova: observacional, na qual demonstram seus conhecimentos sobre o céu que podemos ver; teórica, na qual resolvem problemas de astronomia e astrofísica; e, finalmente, a prova prática, em que utilizam e interpretam dados como um astrônomo profissional. 

 

Fonte:
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação