Esporte

Rio 2016

Anvisa realiza despacho remoto de bagagens de 4,5 mil atletas

Após o check-in, os volumes seguiram para o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, diretamente para voos internacionais ou nacionais
publicado: 26/08/2016 09h38, última modificação: 23/12/2017 11h08
Bagagens em aeroporto

Durante a inspeção, os fiscais da Anvisa conferiram a saída de produtos sujeitos à vigilância sanitária - Foto: Arquivo/Agência Brasil

Durante os Jogos Olímpicos Rio 2016, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) realizou despacho remoto de bagagem na Vila Olímpica. Entre domingo (22) e terça-feira (23), foi feito o check-in remoto de bagagens de mais de 4,5 mil atletas e membros de delegações presentes na Olimpíada.

Após o check-in, os volumes seguiram para o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, diretamente para voos internacionais ou nacionais. Só no domingo (21) e na segunda-feira (22), foram liberadas 7.653 bagagens de 3.351 passageiros.

A ação na Vila Olímpica foi pensada tendo como exemplo a experiência bem-sucedida, adotada nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. O objetivo foi desafogar e facilitar a operação no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro.

O coordenador de Portos, Aeroportos e Fronteiras da Anvisa no Rio de Janeiro, Afonso Infurna, comentou a ação: “Inserimos na nossa rotina, por três dias, um novo local de trabalho para dar mais celeridade ao processo e criar um canal específico para bagagens e equipamentos esportivos”.

Durante a inspeção, os fiscais da Anvisa conferiram a saída de produtos sujeitos à vigilância sanitária que haviam entrado no País por admissão temporária. Destacam-se os equipamentos médicos, principalmente os utilizados com finalidade médica ou fisioterápica, autorizados a permanecer no País apenas durante os Jogos Olímpicos.

A partir desta quarta-feira (24), a Vila Olímpica ficará fechada para limpeza e reparos e reabrirá no dia 5 de setembro para receber os atletas da Paralimpíada.

Legado olímpico

Para o servidor da Anvisa Marcelo Felga, a intensificação das ações de vigilância sanitária durante o período olímpico evidencia a importância do investimento na área de Portos, Aeroportos e Fronteiras.

“Precisamos ampliar e aprimorar continuamente nossas condutas, já que o intenso fluxo de viajantes entre países é uma realidade no mundo globalizado e não se restringe aos períodos de grandes eventos. Temos um papel fundamental no sentido da prevenção dos riscos à saúde”, afirmou Felga.

Fonte: Portal Brasil, com informações da Anvisa

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