Saúde

Rio Grande do Norte receberá R$ 86,2 mi para Rede de Urgência

publicado: 13/07/2012 19h44, última modificação: 23/12/2017 10h35
Rede de Urgência

As pessoas que utilizam o Sistema Único de Saúde (SUS) são atendidas, principalmente, nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

 

Recursos repassados ao estado beneficiarão nove municípios, que poderão qualificar as UPAs 24h, ampliar o Samu e aumentar leitos de UTI

 

O Rio Grande do Norte vai receber, nos próximos dias, a quantia de R$ 86,2 milhões para investir na rede de urgências do estado. O investimento faz parte da primeira etapa do Plano de Ação da Rede de Atenção às Urgências do estado. O valor será incorporado ao limite financeiro de Média e Alta Complexidade do Rio Grande do Norte e dos nove municípios que serão beneficiados. 

Os municípios contemplados são: Ceará Mirim, Extremoz, Goianinha, Lajes, Macaíba, Monte Alegre, Natal, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante.

Com o novo recurso, será possível ampliar e aprimorar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192), habilitar e qualificar as Unidades de Pronto Atendimento (UPA 24h), atenção domiciliar e custeio de salas de estabilização, além de leitos clínicos e de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Do total de investimentos, R$ 36,1 milhões serão direcionados para habilitar 215 novos leitos, sendo 21 de UTI adulto tipo II e 194 leitos clínicos. Mais 97 leitos serão qualificados. Atualmente, há 226 leitos no estado, sendo 154 de UTI adultos e 72 clínicos.

Outros R$ 17,7 milhões serão investidos, pelo Ministério da Saúde, na ampliação e qualificação do Samu. Serão habilitadas sete novas ambulâncias e duas centrais de regulação médica. Hoje, o estado já conta com três centrais de regulação médica, 36 ambulâncias e 14 em processo de habilitação. 

Além disso, R$ 25,6 milhões serão investidos na habilitação de sete UPAs e na qualificação de oito, que serão adicionadas às 12 já existentes no estado. Equipadas para realizar atendimentos de complexidade intermediária, as UPAs 24h conseguem resolver até 97% dos problemas dos usuários que as procuram sem necessidade de encaminhamento a um hospital.

Por fim, R$ 6,8 milhões serão investidos em salas de estabilização, qualificação de equipes multiprofissionais e atenção domiciliar.

 


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Fonte:
Ministério da Saúde