Saúde

Aedes aegypti

Sala de combate ao zika vírus continua a atuar no País

Entre julho e dezembro, está previsto um mutirão nacional de limpeza, além das atividades para eliminação de possíveis criadouros
publicado: 15/07/2016 16h59, última modificação: 23/12/2017 11h03
Sala Nacional vai continuar a combater o zika vírus no país

Sala é coordenada pelo Ministério da Saúde e composta por representantes de cinco ministérios - Foto: Divulgação/Ministério da Saúde

O governo federal continuará com a estrutura da Sala Nacional de Coordenação e Controle (SNCC) para estudar e apoiar ações de combate ao Aedes aegypti, mosquito causador da dengue, chikungunya e do zika vírus.

A estrutura foi montada no final do ano passado, como uma das ações emergenciais do Plano Nacional de Enfrentamento à Microcefalia. Além de monitorar ações de rotina de combate ao mosquito, para os próximos meses, o planejamento da Sala é mobilizar municípios para realizar a limpeza em ambientes com grande circulação de pessoas.

A sala é coordenada pelo Ministério da Saúde e composta por representantes dos Ministérios da Defesa, Integração, Educação, Desenvolvimento Social e Agrário, Casa Civil e Secretaria de Governo. Atualmente, todos os Estados e o Distrito Federal possuem salas estaduais e 1.619 municípios implantaram a mesma estrutura local.

“A atuação da Sala Nacional é essencial para coordenar as atividades no território nacional e ampliar a integração entre as 27 unidades federativas. A intensificação dessas ações de enfrentamento é efetiva e tem contribuído para a queda dos casos de dengue e redução dos focos nos imóveis visitados”, afirmou o secretário executivo do Ministério da Saúde, Antônio Nardi.

No primeiro semestre de 2016, a Sala Nacional atuou junto às 27 Salas Estaduais, orientando e fomentando os quatro ciclos de visitas aos imóveis públicos e privados no Brasil. 

Entre julho e dezembro, estão previstas ações focadas na remoção de resíduos sólidos, como mutirão nacional de limpeza; parceria com o Detran, para limpeza dos pátios com veículos apreendidos e sucateados; manutenção das parcerias com Banco do Brasil, Caixa Econômica, Correios e demais estatais, além das atividades visando à eliminação de possíveis criadouros.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Portal Saúde 

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