Defesa e Segurança

Polícia Federal

Sistema barra entrada de homem procurado pela Interpol

Estrangeiro tentou entrar no País por Guarulhos, mas foi impedido após ser identificado por meio da biometria
publicado: 10/08/2016 17h45, última modificação: 23/12/2017 11h43
Sistema barra entrada de homem procurado pela Interpol

Biometria é utilizada nos principais aeroportos do país, no controle de entrada dos estrangeiros - Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Sistema Alethia, de autenticação biométrica da PF, impediu a entrada no Brasil de um estrangeiro, procurado pela Interpol, no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Trata-se de um homem, de 46 anos e foragido do Qatar, onde foi condenado há seis meses de prisão. A ação ocorreu em 28 de julho, mas só agora foi divulgada. 

A partir das informações do Alethia, nome que significa “aquele não conhece a mentira”, o estrangeiro foi retirado da fila e encaminhado a uma área reservada, para a conferência de sua identificação.

Papiloscopistas Policiais Federais realizaram os exames e confirmaram a identidade do estrangeiro, que foi encaminhado para o delegado responsável. Como seu nome se encontra na lista de difusão vermelha da Interpol, foi impedido de entrar no território nacional.

O sistema é utilizado nos principais aeroportos do País no controle de entrada dos estrangeiros, que estão tendo suas biometrias comparadas com as listas de difusão de procurados e terroristas da Interpol.

Também está sendo utilizado na fiscalização dos vigilantes contratados para fazer a segurança nos estádios dos jogos, garantindo que são os mesmos que passaram previamente por cadastro e verificação de antecedentes criminais nas unidades da PF.

O Sistema, que funciona como um mini-AFIS (sigla em inglês para Sistema Automatizado de Identificação de Impressões Digitais, em tradução livre), não garante 100% de certeza na identificação. Apenas informa que determinada impressão é semelhante e apresenta um “placar” (score, em inglês) de similitude. A partir daquela informação, os PPFs realizam os exames específicos que garantem a identificação do suspeito.

O equipamento conta com um kit biométrico móvel, obtido graças a parcerias com a Caixa Econômica Federal e com a Superintendência Regional da PF no Rio de Janeiro, e foi inteiramente desenvolvido por Papiloscopistas Policiais Federais no Instituto Nacional de Identificação da PF, em Brasília.

Fonte: Portal Brasil, com informações da Polícia Federal 

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