Educação
Comitê vai orientar as ações do programa Ciência sem Fronteiras
Criado para facilitar o intercâmbio de estudantes, professores e pesquisadores, o programa Ciência sem Fronteiras vai oferecer a estudantes brasileiros 101 mil bolsas de estudos nas melhores universidades do mundo. Para orientar a implementação e a adequação do programa às necessidades do País, o Comitê de Acompanhamento e Assessoramento realizou na quarta-feira (23) sua primeira reunião.
O órgão consultivo conta com a participação de representantes dos ministérios da Educação (MEC), da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), das Relações Exteriores (MRE), da Fazenda, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), do Planejamento, Orçamento e Gestão (Mpog), da Casa Civil e de empresas parceiras.
Na abertura do encontro, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, destacou o impacto que o programa vem tendo no exterior e como ele age para o desenvolvimento econômico e tecnológico do País. “Estamos investindo em uma questão estratégica para o Brasil. Precisamos ter a ambição de ter universidades de nível mundial no País e estar na linha de frente da pesquisa em ciência, tecnologia e inovação”, disse o ministro.
Durante a reunião, o presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Guimarães, apresentou o programa, que tem um orçamento de mais de R$ 3 bilhões nos próximos quatro anos. Nas próximas reuniões, caberá ao comitê propor ações, metas, indicadores e definir as áreas prioritárias do programa.
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