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Salário dos professores tem reajuste de 7,9%

por Portal Brasil publicado: 11/01/2013 11h13 última modificação: 30/07/2014 00h19
Divulgação / Governo do Mato Grosso do Sul O salário de R$ 1.567,00 é equivalente a jornada de 40 horas semanais

O salário de R$ 1.567,00 é equivalente a jornada de 40 horas semanais

O reajuste é equivalente a jornada de 40 horas semanais, calculado com base na arrecadação do Fundeb e nos valores repassados aos governos estaduais e às prefeituras para cobrir o custo anual de cada aluno

 

Professores do ensino infantil, fundamental e médio vão receber, no mínimo, salário de R$ 1.567 este ano. O reajuste do salário dos professores da rede pública foi de 7,97268%. O anúncio foi feito nessa quinta-feira (10), pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante. Com o aumento, o valor passa de R$ 1.451 para R$ 1.567 e já será pago, por estados e municípios em fevereiro.

O reajuste é equivalente a jornada de 40 horas semanais, valor calculado com base na arrecadação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e nos valores repassados nos últimos dois anos aos governos estaduais e às prefeituras, para cobrir o custo anual de cada aluno.

Os profissionais que trabalham em jornadas diferentes de 40 horas semanais receberão um valor proporcional. O ajuste foi feito conforme determina a lei que institui o piso nacional. 

 

Fundeb

O governo deve aumentar em R$ 14,2 bilhões o repasse de dinheiro do Fundeb para estados e municípios neste ano. Em 2012, foram R$ 102,6 bilhões e a estimativa para 2013 é de R$ 116,8 bilhões. Apenas para os municípios, o MEC deve repassar neste ano R$ 63,8 bilhões do Fundeb, valor que representa R$ 8,9 bilhões a mais que o de 2012, quando a União enviou R$ 54,9 bilhões para as prefeituras.

O reajuste do piso em 2013 não segue a tendência de aumento dos últimos dois anos, quando foi registrado 22%, em 2012, e 18%, em 2011. Segundo o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, o reajuste menor é por causa da desaceleração da economia e da queda na arrecadação de receitas. 

O Fundeb é um fundo contábil e composto por uma cesta de impostos e transferências estaduais e municipais, e sua vigência se estende até 2020. Por lei, pelo menos 60% dos recursos do Fundeb devem ser usados para pagamento do salário dos professores e gestores educacionais.

“Não tem o mesmo impacto que a correção do ano passado, mas é um reajuste acima da inflação. O problema é que nós partimos de um patamar muito baixo de salário, R$ 1.567, é pouco mais que dois salários mínimos”, disse o ministro.



Fonte:
Portal Planalto
Agência Brasil
Ministério da Educação

 

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