Educação
Ciência sem Fronteiras aceitará cópia do resultado do exame em língua estrangeira
Estudantes não precisarão mais apresentar o documento original do resultado de proficiência em língua estrangeira
Candidatos ao Ciência sem Fronteiras não precisam mais apresentar o documento original do resultado do exame de proficiência no idioma estrangeiro para se inscrever no programa. A partir de agora, os candidatos podem apresentar apenas a cópia do resultado da página oficial do exame, informou nesta sexta-feira (8) a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).
Para facilitar o aprendizado no idioma e possibilitar mais chances aos candidatos, o governo federal disponibilizou, desde dezembro, cursos no idioma mais procurado, o inglês. Aos alunos com nível mais avançado em língua inglesa são ofertados cursos presenciais, focado na excelência no aprendizado da língua. Aos de nível mais básico, a previsão inicial é que sejam distribuídas 100 mil senhas de acesso ao curso on-line de língua inglesa, pelo portal de periódicos da Capes.
"O objetivo do Inglês sem Fronteiras é qualificar os estudantes candidatos ao Ciência sem Fronteiras, mas queremos ir além disso e oferecer aos nossos jovens a condição de aprender a língua inglesa desde o ensino fundamental", disse o presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Almeida Guimarães.
A primeira etapa do programa oferecerá 100 mil bolsas de curso de inglês online a estudantes de cursos de graduação, independentemente da área de formação. A expectativa é aplicar 500 mil testes de nivelamento de proficiência em língua inglesa até 2014.
Ciência sem Fronteiras
Ciência sem Fronteiras é um programa que busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. A iniciativa é fruto de esforço conjunto dos Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Educação (MEC), por meio de suas respectivas instituições de fomento – CNPq e Capes –, e Secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico do MEC.
O projeto prevê a utilização de até 101 mil bolsas em quatro anos para promover intercâmbio, de forma que alunos de graduação e pós-graduação façam estágio no exterior com a finalidade de manter contato com sistemas educacionais competitivos em relação à tecnologia e inovação. Além disso, busca atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil ou estabelecer parcerias com os pesquisadores brasileiros nas áreas prioritárias definidas no Programa, bem como criar oportunidade para que pesquisadores de empresas recebam treinamento especializado no exterior.
Entre 2013 e 2014, a previsão é de que sejam realizados 500 mil testes do Test of English as a Foreign Language (Toefl) - aplicados por instituições de educação superior certificadas – os quais servirão de subsídio à distribuição das senhas de acesso ao curso a distância, de acordo com o nível de proficiência de cada aluno.
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