Educação
Estão abertas as inscrições para doutorado pleno na França
Os selecionados terão bolsa de estudos com duração de até 36 meses e a meta do Ciência sem Fronteiras é disponibilizar 30 bolsas até 2014
O Programa Ciência sem Fronteiras (CsF) começou a receber, a partir dessa terça feira (2), inscrições para bolsas de doutorado pleno na França. Os interessados devem submeter sua candidatura exclusivamente ao CNPq, por meio de formulário eletrônico disponível no portal do programa.
As bolsas fazem parte do Convênio Industrial de Formação por meio da Pesquisa – acordo firmado entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a ANRT, uma agência de fomento à pesquisa e inovação do Ministério do Ensino Superior e da Pesquisa da França.
O candidato precisa ter a nacionalidade brasileira e ter obtido seu diploma de mestrado há menos de três anos da data de submissão de sua candidatura, em uma das áreas de pesquisa descritas no edital da chamada. Além disso, é necessário possuir comprovante de idioma das Alianças Francesas, com o resultado mínimo desejado A2, ou documentação de que já morou ou estudou na França que possam comprovar a proficiência no idioma requerido. A duração da bolsa é de até 36 meses e a meta do Ciência sem Fronteiras é disponibilizar 30 bolsas até 2014.
Ciência Sem Fronteiras
Lançado em dezembro de 2011, o programa tem a meta de conceder 101 mil bolsas para estudantes brasileiros até 2015. Serão 75 mil por parte do governo federal e o restante com ajuda da iniciativa privada.
O programa promove a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileiras por meio do intercâmbio e da mobilidade internacionais de estudantes, professores e pesquisadores. A oferta de bolsas prevê as modalidades graduação-sanduíche, educação profissional e tecnológica e pós-graduação — doutorado-sanduíche, doutorado pleno e pós-doutorado.
Pelo programa, estudantes de graduação e de pós-graduação podem fazer estágio no exterior para manter contato com sistemas educacionais competitivos em relação à tecnologia e inovação. Além disso, o Ciência sem Fronteiras tenta atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar, por tempo determinado, no Brasil.
Fonte:
CNPq
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