Educação
Prorrogado prazo de inscrição para cursos de mestrado do Instituto de Pesquisas da Amazônia
São vagas para os mestrados em Agricultura no Trópico Úmido, em Clima e Ambiente e Gestão de Áreas Protegidas da Amazônia
Foi prorrogado, para o dia 1º de julho, o prazo final de inscrições para o curso de mestrado em Agricultura no Trópico Úmido (ATU). O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) está oferecendo 11 vagas para o curso, que começa em agosto.
Estão abertas também as inscrições para os cursos de mestrado em Clima e Ambiente (Cliamb) e Gestão de Áreas Protegidas da Amazônia (MPGAP). Serão dez vagas para o Cliamb, cujo ano letivo também começa em agosto. As inscrições podem ser realizadas até 25 de junho.
Já os interessados em participar do MPGAP têm até o dia 28 de junho para se inscrever. Serão oferecidas 20 vagas para o curso, a ser realizado com o apoio da Universidade de Cooperação Internacional da Costa Rica.
Mestrado
A pós-graduação stricto sensu, diferentemente dos cursos lato sensu, que se dividem em especialização e MBA (Master in Bussiness Administration), abrangem programas de mestrado, mestrado profissional e doutorado. Tal formação é indicada principalmente para alunos que desejam seguir carreira acadêmica, nos campos de ensino e pesquisa.
O processo seletivo para mestrado varia de acordo com a instituição, mas, em geral, o candidato envia seu currículo para análise, elabora e apresenta um projeto de pesquisa, participa de uma entrevista e realiza provas de línguas, conhecimentos gerais e específicos.
Ao longo do programa, que dura em média dois anos e meio, o aluno realiza pesquisas acerca do assunto escolhido, frequenta as aulas e comparece a eventos, congressos, palestras e conferências relacionados ao tema. Para obter o diploma, o mestrando deve ter o trabalho de pesquisa – dissertação ou tese – submetido a uma banca examinadora, geralmente formada pelo professor orientador e dois docentes convidados, especialistas no tema.
No caso do mestrado profissional, similar ao mestrado acadêmico, a prioridade são conteúdos e práticas importantes para o mercado de trabalho. Em 2010, foi publicada portaria que garante aos estudantes bolsistas manter um vínculo empregatício, desde que tenham autorização do orientador e atuem em áreas compatíveis com a formação.
Fonte:
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia
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