Educação
Brasil e China firmam acordos sobre intercâmbio acadêmico
Cooperação internacional
Dois acordos de cooperação entre Brasil e China, no âmbito da educação, foram assinados nesta quinta-feira (17), no Palácio do Planalto, em Brasília. O ponto central é oferecer intercâmbio cultural e acadêmico, além de investir no ensino de mandarim nas universidades brasileiras.
Acordo relativo ao ensino de mandarim no Brasil prevê a oferta de diferentes modalidades de aprendizagem da língua a estudantes universitários e a futuros bolsistas do programa de mobilidade acadêmica internacional.
O documento inclui a aplicação de testes gratuitos de avaliação linguística, acesso a cursos on-line de mandarim e incentivo ao aprendizado da língua nos núcleos de idiomas de universidades federais que ainda não tenham representação do Instituto Confúcio, entidade de caráter público, sem fins lucrativos, estabelecida pelo governo da China para propagar o ensino do idioma e difundir a cultura local.
O outro acordo trata da instalação de mais unidades do Instituto Confúcio em universidades federais brasileiras, a fim de intensificar o intercâmbio acadêmico e cultural entre os dois países. A ideia é ampliar o número de estudantes brasileiros na China por meio do programa de mobilidade internacional, com a oferta de maior número de vagas de estágio. Para tanto, será incentivado o ensino de mandarim nas universidades brasileiras.
O documento foi firmado pelo ministro da Educação, Henrique Paim, e pela chefe executiva da Sede do Instituto Confúcio da República Popular da China, Xu Lin. A cerimônia faz parte da celebração dos 40 anos de cooperação entre os dois países.
Durante a solenidade, foram assinados 32 acordos de cooperação nas áreas de educação, infraestrutura, tecnologia e transportes. Estiveram presentes os chefes de estado dos dois países.
Fonte:
Ministério da Educação
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