Educação
Ministro destaca inovação industrial como modelo para o ensino técnico
Ensino técnico
Em visita à unidade do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) da cidade de Taguatinga, Distrito Federal, o ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Mangabeira Unger, destacou as experiências em inovação industrial do Senai como modelos a serem aproveitados na rede pública de ensino técnico.
O ministro andou pelas salas de aula, conversou com estudantes e professores para entender a lógica do ensino profissionalizante do Serviço.
A Secretaria estuda as diferentes modalidades do ensino no país, em busca de propostas destinadas a qualificar a educação e estimular a inovação como parte de uma agenda empreendedora.
Para Mangabeira, o principal atrativo para a educação do Senai com o projeto de inovação é possibilitar aos alunos a invenção a partir da prática. O diretor de Operações do Departamento Nacional do Senai, Gustavo Leal, lembrou que o brasileiro é muito criativo, mas que há barreiras entre ter a ideia e gerar o protótipo. “Estamos tentando atrair o jovem inventivo para o mundo da indústria e os ajudamos com a parte multidisciplinar”, completou.
Enquanto andava pelas oficinas de mecânica, o ministro da SAE destacou no Senai a resistência do que chamou de “academicismo” do ensino técnico. Para Mangabeira, o excesso de teorias no ensino profissionalizante pode ser ruim para a prática criativa. “É preciso explorar o potencial do praticismo e dos inventores práticos. É assim que se descobre coisas como a luz, por exemplo”, disse.
A principal função do Senai é qualificar o aluno para o mercado de trabalho industrial, mas o diretor informou que o Serviço tem ações para desenvolver formas inovadoras no ensino técnico. Dentro dos centros de inovação, os alunos identificam um problema em uma empresa, levam para sala de aula e desenvolvem soluções.
Segundo Leal, o Senai também tem parceria com o MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), dos Estados Unidos, para procurar o intercâmbio entre boas práticas nos dois institutos.
Fonte:
Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República
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