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Educação

MEC solicita investigação em atos de vandalismo ocorridos na última terça (29)

Manifestação

Sede do ministério foi invadida por manifestantes que quebraram vidraças, câmeras e outros itens do patrimônio público
por Portal Brasil publicado: 30/11/2016 16h58 última modificação: 01/12/2016 15h06
Rafael Carvalho/MEC O MEC repassou à Polícia Federal imagens do circuito interno, vídeos feitos por servidores e fotos

O MEC repassou à Polícia Federal imagens do circuito interno, vídeos feitos por servidores e fotos

O ministro da Educação, Mendonça Filho, solicitou que a Polícia Federal apure os atos de vandalismo que destruíram o patrimônio do Ministério da Educação, em três andares, no início da noite desta terça-feira (29).

A sede do MEC foi invadida, na noite de terça, por manifestantes mascarados. Alguns deles usavam camisas e portavam bandeiras de entidades. No saguão de entrada do prédio, no térreo, quebraram vidraças, câmeras de segurança e caixas eletrônicos. No momento da invasão, alguns servidores foram surpreendidos pelos manifestantes no primeiro e segundo andares e tiveram de deixar o prédio às pressas.

O MEC repassou à Polícia Federal imagens do circuito interno de TV, vídeos feitos por servidores e fotografias. Servidores vítimas da violência foram liberados para prestar depoimentos à Polícia Federal.

“Um vandalismo como nunca vi na vida”, disse Mendonça Filho. “Mostrou que a intolerância e a violência têm sido a prática política de alguns grupos radicais, que a gente tem de enquadrar dentro daquilo que estabelece a lei brasileira.”

Avaliação

Em avaliação preliminar, foi identificada a destruição de 38 placas de vidro da fachada do prédio, cada uma com 5m², espelhos de fachadas e de elevadores, revestimentos de paredes, divisórias de madeira e de vidro, computadores, câmeras de segurança, balcões de vidro da entrada do prédio, televisores, além de cinco caixas eletrônicos. Os manifestantes ainda roubaram extintores de incêndio, cadeiras, bancos e computadores e depredaram um carro oficial.

Além da fachada externa e do térreo, os manifestantes subiram até o segundo andar do prédio e destruíram instalações da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres) e parte da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi).

“Qualquer protesto tem de ser assegurado dentro do espírito democrático”, disse o ministro. “As pessoas podem se posicionar e expressar seu posicionamento sem agredir o outro e sem que isso seja traduzido em atos de violência e depredação do patrimônio público, como ocorreu aqui no MEC.”

O ministro ressaltou que vai pedir a punição das entidades ligadas a partidos políticos de esquerda que patrocinaram a invasão pelos seus seguidores. Na manhã desta quarta-feira (30), o ministro fez uma vistoria no prédio atingido pelo vandalismo, conversou com servidores e recebeu peritos da Polícia Federal, além dos delegados Marcelo Borsio e Osvaldo Gomide.

De acordo com o ministro, o MEC funciona normalmente nesta quarta-feira. “Temos de encarar isso como uma etapa negativa que ocorreu, mas não podemos, de forma alguma, nos intimidar”, afirmou. “Vou continuar trabalhando. Trabalhei ontem (terça, 29) até 21h no prédio, pedi garantias à Polícia Militar do Distrito Federal, que enviou a tropa de choque para expulsar os invasores, repelir as agressões e garantir o direito ao trabalho dos servidores públicos que estavam aqui. Vamos continuar trabalhando, prestando o nosso serviço à sociedade brasileira”, concluiu.

Fonte: Ministério da Educação (MEC)

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