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Educação

Enem para pessoas privadas de liberdade terá 31,7 mil participantes

Avaliação

Provas serão aplicadas em 12 e 13 de dezembro em todo o País, em mais de mil unidades prisionais. Grau de dificuldade da prova é equivalente ao do exame regular
publicado: 07/12/2017 14h05 última modificação: 07/12/2017 14h12

Foto: André Nery/MEC

Provas serão aplicadas em 12 e 13 de dezembro em todo o País, em mais de mil unidades prisionais de 577 municípios. Grau de dificuldade da prova é equivalente ao do Enem regular

A partir da próxima terça-feira (12), mais de 31,7 mil pessoas farão as provas do Exame Nacional do Ensino Médio para Pessoas Privadas de Liberdade (Enem PPL). A avaliação será aplicada, também, na quarta-feira (13), em mais de mil unidades prisionais de 577 municípios brasileiros.

O Enem PPL é voltado para jovens sob medida socioeducativa que inclua privação de liberdade e tem a mesma finalidade daquele feito pelo público geral: avaliar o desempenho escolar e acadêmico ao fim do ensino médio.

O Departamento Penitenciário Nacional (Depen) e o Ministério da Educação (MEC) criaram essa modalidade do Enem para “elevar a escolaridade e o acesso ao ensino superior de pessoas presas”, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Mais de 197 mil pessoas presas e jovens sob medida socioeducativa participaram do exame entre 2011 e 2016.

De acordo com o Inep, o grau de dificuldade do Enem PPL é equivalente ao das provas regulares, que, na edição deste ano, ocorreram em 5 e 12 de novembro. A aplicação do exame também segue as mesmas orientações, com a exceção de que ocorrem nas salas de aula das unidades prisionais.

“A matrícula em faculdade para aqueles que estão em regime fechado dependerá da ajuda de familiares e amigos, além de autorização judicial e do diretor da unidade prisional”, informou, em nota, o instituto.

Fonte: Governo do Brasil, com informações do Ministério da Justiça e do Inep

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