Esporte
Esporte paraolímpico surgiu entre veteranos da 2ª Guerra
História
Com o fim da 2ª Guerra Mundial, os países europeus que participaram do conflito receberam de volta um grande número de combatentes com graves lesões corporais. Essa nova realidade influenciou o início de um trabalho de reabilitação médica e social de veteranos. Essas são as raízes dos esportes paraolímpicos, que podem restabelecer a saúde física e mental do indivíduo.
No Brasil, o esporte paraolímpico teve como pioneiro o cadeirante Robson Sampaio de Almeida, em parceria com Aldo Miccolis. Os dois fundaram o Clube do Otimismo, no Rio de Janeiro. Meses depois, Sergio Seraphin Del Grande fundou o Clube dos Paraplégicos de São Paulo. Almeida e Del Grande, após se tratarem em hospitais norte-americanos e presenciarem pessoas em cadeira de rodas praticando esporte, trouxeram a ideia para o Brasil.
Atualmente, as deficiências aceitas nos esportes paraolímpicos vão desde paralisia cerebral, amputação de algum membro até a cegueira completa. As pessoas com deficiência visual podem praticar futebol, goalball ou judô. A exceção é para deficientes auditivos, que participam de atividades esportivas convencionais. A única modalidade em que os atletas paraolímplicos são categorizados por peso corporal é no halterofilismo convencional.
Aqui no País, para as competições do Circuito Loterias Caixa, a idade mínima do atleta é de 14 anos e não há idade máxima. Para as Paralimpíadas Escolares, a idade mínima é de 12 anos e a máxima é de 21 anos. Existe uma classificação funcional para todas as modalidades e os atletas são classificados em cada modalidade de acordo com seu comprometimento físico-motor.
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