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Canadá apresenta ao Brasil experiência em infraestrutura de eventos esportivos

por Portal Brasil publicado: 29/06/2011 10h53 última modificação: 28/07/2014 13h59

O ministro do Comércio Internacional do Canadá, Edward Fast, apresentou no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), na terça-feira (28), a experiência do país em projetos de infraestrutura relacionados a grandes eventos esportivos por conta dos preparativos para a Copa do Mundo de 2014 no Brasil e dos Jogos Olímpicos de 2016 na cidade do Rio de Janeiro.

Nas últimas décadas, o Canadá sediou três edições dos Jogos Olímpicos de inverno e verão (Montreal, 1976, Calgary, 1988, e Vancouver, 2010). Uma delegação de trinta empresários canadenses do setor de infraestrutura acompanha o ministro durante visita ao País. “Existe uma enorme oportunidade hoje no Brasil e as empresas canadenses querem colaborar”, disse Fast.

No encontro, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, relatou o momento especial da economia brasileira. “Passamos pela crise, praticamente, intactos. Retomamos o crescimento com rapidez, com distribuição de renda e com uma expansão de mercado sustentável”, disse. Do outro lado, Fast também lembrou que o Canadá foi a economia do grupo do G7, que reúne os países mais desenvolvidos do mundo, que melhor atravessou a crise financeira global.

As autoridades dos dois países trocaram ainda uma visão comum sobre diversos temas internacionais. “Temos uma posição semelhante na defesa da regulamentação do setor financeiro”, expôs Fast. “Brasil e Canadá podem atuar no continente para reequilibrar a influência norte-americana. Somos federações com tradições democráticas e países abertos à imigração”, complementou Pimentel.


Integração empresarial

Os dois ministros discutiram ainda a possibilidade da criação de um Fórum de CEOs Brasil-Canadá, que reuniria executivos do setor privado, com o objetivo de discutir estratégias de negócios entre os dois países. O fórum facilitaria a troca de informação e poderia incentivar discussões bilaterais relacionadas à promoção do comércio e investimento, e ainda à melhoria da competitividade das empresas por meio da inovação.

Além disto, o grupo de representantes traçaria metas para o desenvolvimento de habilidades e soluções em educação e na capacitação de mão-de-obra, promoção do intercâmbio de tecnologia e apoio a um ambiente favorável e seguro de circulação de bens.

Atualmente, há cerca de 300 companhias de controle canadense em operação no Brasil nos setores aeronáutico, de telecomunicações, de informática, de alumínio, de engenharia, químico-farmacêutico e de construção, entre outros. Empresas brasileiras também estão presentes no Canadá, especialmente, nos setores de mineração, metalurgia, construção, tecnologia da informação e alimentos e bebidas.


Intercâmbio comercial

A balança comercial entre Brasil e Canadá se apresenta em equilíbrio com um fluxo crescente. Nos primeiros cinco meses deste ano, as vendas brasileiras para o mercado canadense foram de US$ 1,142 bilhão, com aumento de 46,6% em relação ao mesmo período de 2010. Os principais produtos exportados foram alumina calcinada (27%), petróleo bruto (20,5%), açúcar de cana (6%) e café (4%).

No mesmo intervalo de tempo, o Brasil adquiriu da US$ 1,206 bilhão com variação de 7,8% na comparação com o mesmo período de 2010. Dentre as mercadorias importadas, foram destaques: gás cloreto de potássio (32%), hulha betuminosa (12%), papel jornal em rolos (7,6%) e ligas de alumínio (3%). Com estes resultados, a corrente de comércio somou US$ 2,348 bilhões, com crescimento de 23,7%, e houve um superavit para o lado canadense de US$ 64 milhões.

 

Fonte:
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior

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