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Setor de segurança investirá em contratação e treinamento para Copa e Olimpíadas

por Portal Brasil publicado: 17/08/2011 16h34 última modificação: 28/07/2014 14h00

O reforço na quantidade e no treinamento de pessoal será ponto central na estratégia de segurança para a Copa do Mundo Fifa 2014 e os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016. Mais de três 3 mil funcionários devem ser contratados pela Polícia Federal e outros 4 mil servidores de segurança deverão passar por qualificação na área da inteligência.

Os números foram apresentados no Seminário Infraestrutura Turística, Megaeventos Esportivos e Promoção da Imagem do Brasil, organizado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), na manhã desta quarta-feira (17). O painel Segurança Geral e Segurança Pública: Ações Preventivas e Repressivas contou com a participação do diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Wilson Roberto Trezza, do diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello Coimbra, e do secretário extraordinário de Segurança para Grandes Eventos, José Ricardo Botelho de Queiroz.

Segundo Trezza, os servidores de segurança, mesmo os que hoje não trabalham com inteligência, precisam de um olhar treinado para o tema. “Temos como exemplo Nova York, quando a força de segurança reconheceu risco em um veículo parado na rua e evitou que um ataque terrorista fosse exitoso. Mais de 4 mil servidores deverão ser treinados até o Mundial, para que também tenham esse olhar”, lembrou.

Ao fazer um panorama geral da Polícia Federal, o diretor-geral afirmou que os mais de 3 mil cargos vagos na PF deverão ser preenchidos até a Copa do Mundo. “Não existe reforço adequado de controle nas fronteiras e aeroportos sem investimento em pessoal, tecnologia e treinamento”, reforçou Leandro Daiello Coimbra.

Integração

Outro tema apresentado no painel foi a necessidade de integração das forças de segurança. “Vivemos o melhor momento quando o assunto é integração e cooperação entre as instituições, e mesmo em nível pessoal”, disse Trezza.

Já José Ricardo falou da necessidade de se uniformizar a atuação das forças de segurança pelo País.  A Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos foi criada para coordenar os esforços em eventos como a Copa do Mundo, os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos, a Reunião Rio+20 e a visita do Papa Bento XVI ao Rio de Janeiro.

“Faremos a análise de uma maneira uniforme das necessidades dos órgãos de segurança. Se uma academia de polícia tem o conhecimento em uma determinada área, pode se tornar o agente uniformizador desse conhecimento. Porque o mesmo turista que vai ver um jogo em Manaus também pode ver no Rio Grande do Sul”, afirmou Botelho.

O secretário extraordinário ainda falou do ganho de eficiência com uma coordenação única dos esforços. “Faremos um mapeamento dos recursos já liberados para as instituições e os estados na área de segurança e cruzaremos com as necessidades apresentadas. Assim, evitamos que o mesmo gasto seja feito duas vezes”, acredita.

Segundo Botelho, uma visita as cidades-sede está programada para setembro, quando as decisões tomadas de maneira uniforme deverão ser contextualizadas as necessidades especificas de cada local.

 

Fonte:
Ministério do Esporte

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