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Esporte

Técnicos debatem em Brasília alto rendimento de atletas

por Portal Brasil publicado: 23/09/2011 16h18 última modificação: 28/07/2014 14h00

Planejamento foi a temática do primeiro dia do seminário de realinhamento estratégico da Secretaria Nacional de Esporte de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, realizado nesta quinta-feira (22),  no hotel Grand Bittar, em Brasília (DF). Cerca de 60 técnicos da pasta foram apresentados à estrutura e aos projetos dos comitês Olímpico e Paraolímpico, apresentadas pelo superintendente executivo de Esporte do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Marcos Vinicius Freire, e pelo presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), Andrew Parsons.

O secretário Nacional de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, Ricardo Leyser, explicou que a iniciativa é um hábito da secretaria. “A cada dois ou três anos, fazemos uma revisão do nosso planejamento estratégico. Nesses dias, estamos analisando o planejamento feito em 2009. Esse trabalho visa verificar as metas que foram atingidas, ou seja, aquilo que foi planejado e cumprido”, esclareceu.

Leyser informou que, na avaliação geral, cumpriu-se 75% do planejado no triênio: “É um grande resultado”. Marcos Vinicius Freire apresentou o mapa estratégico do COB para os próximos anos, com foco nas Olimpíadas Rio 2016 e no legado pós-Jogos. “Mostramos aqui o que estamos fazendo. O ministério está preparando os projetos visando ao alto rendimento, para que, em conjunto, possamos fazer o sonho de todo brasileiro, que é tornar o País uma potência olímpica”, afirmou.


Paraolímpicos

Andrew Parsons destacou que o planejamento a longo prazo é essencial para o esporte paraolímpico de alto rendimento. “O início tardio da atividade adaptada retarda o desenvolvimento dos atletas. Por isso, o trabalho de base é primordial para selecionar novos talentos. Um exemplo é o projeto Clube Escolar Paraolímpico, que direciona recursos por meio de parcerias com instituições de ensino para atletas da categoria de base”, acentuou.

Em 2010, o projeto atendeu a 687 atletas, capacitou 121 profissionais e contou com 18 ações desenvolvidas em oito estados. “O esporte paraolímpico  carece de profissionais de educação física para receber essa clientela. Devemos construir estruturas esportivas, e não somente estruturas físicas. Mas a definição de papéis é de cada entidade, e essa definição deve ser articulada pelo Ministério”, disse Parsons.

Nesta sexta-feira (23), a programação foi retomada às 9h e deve se estender ao longo do dia.


Fonte:
Ministério do Esporte

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