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Nova cobertura do Maracanã vai coletar água da chuva

por Portal Brasil publicado: 28/10/2011 11h14 última modificação: 28/07/2014 14h01

A nova cobertura do estádio Maracanã, no Rio de Janeiro, terá 50 mil metros quadrados e vai coletar água da chuva para reúso. A nova estrutura será construída em membrana tensionada, sustentada por cabos de aço, com durabilidade de 50 anos. Na quarta-feira (26), a empresa responsável pelas obras no estádio removeu a última placa de concreto da cobertura antiga do Maracanã. Segundo o governo do estado, a etapa de retirada durou cinco meses e foi feita com a utilização de guindastes de grande capacidade de carga.

Um sistema de drenagem vai direcionar o líquido para uma cisterna para utilização em descargas e na irrigação do gramado. No centro do campo está sendo construído um decantador, que concentrará a água da chuva durante a obra, permitindo que o trabalho ocorra sem que sedimentos, como a lama, cheguem à rede de águas pluviais. O sistema de drenagem irá recolher o excedente da água do gramado e a direcionará, livre de resíduos, para a cisterna de reúso. Nesse caso, os minerais que se perderem durante a irrigação retornarão ao gramado.

As obras seguem as regras de certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), voltada para construções sustentáveis e ambientalmente eficientes. Entre outras ações de eficiência está a utilização de energia solar para o aquecimento das duchas e torneiras nos banheiros. As torneiras usarão o sistema de temporização para evitar desperdício. Da mesma forma, as válvulas das descargas terão duas fases, uma com volume menor de água, para o descarte de resíduos líquidos. Todas as torneiras terão em seus bicos um aerador, equipamento que ajuda na melhor distribuição da água. Dessa forma, reduz-se o consumo com vazão mais eficiente.

Outra medida é o depósito do entulho em uma máquina que separa o concreto das estruturas em ferro, levando-o para um triturador que o transforma em brita. A brita é usada na própria obra, principalmente para aterrar o subsolo. Segundo o governo do estado, a trituração in loco do material demolido elimina o tempo gasto com o transporte de entulho até os lixões na cidade e contribui para o trânsito no entorno do Maracanã, que fica comprometido em horários de pico.


Fonte:
Portal da Copa

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