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Brasília apresenta ações sustentáveis na construção do Estádio Nacional

por Portal Brasil publicado: 02/12/2011 18h37 última modificação: 28/07/2014 14h01

O Estádio Nacional de Brasília é a única arena da Copa do Mundo de 2014, até o momento, que pleiteia a categoria máxima (Platinum) do certificado Leed, concedido pela organização não governamental (ONG) Green Building Council (CGB) a construções sustentáveis. Uma série de requisitos deverá ser cumprida pelos responsáveis pela obra, já que não há nenhuma arena no mundo com tal certificação.

As iniciativas sustentáveis na construção do estádio foram apresentadas durante a I Oficina sobre Certificação e Gestão Sustentável das Arenas da Copa 2014, realizada esta semana pela Câmara Temática de Meio Ambiente e Sustentabilidade, em Brasília. O objetivo do evento é apresentar as ações sustentáveis nos 12 estádios do Mundial.

Segundo a engenheira ambiental Priscila Mesquita, que trabalha no empreendimento, a sustentabilidade começa com os trabalhadores. “Todos são treinados para lidar com acidentes químicos que possam contaminar o solo. Kits de socorro para caso de acidentes foram espalhados na obra”, explicou. Os reservatórios com substâncias químicas ficam em caixas de concreto, pois caso haja algum tipo de vazamento, segundo ela, o solo não será prejudicado.

Outra ação sustentável é em relação à cobertura do estádio que terá células fotovoltaicas para a captação de luz solar, com capacidade de obter até 2,5 megawatts, o que corresponde a toda energia necessária para o funcionamento da arena. 


Mobilidade urbana

Segundo a engenheira ambiental, o próprio desenho urbanístico de Brasília e a localização do Estádio Nacional possibilitam uma pequena demanda por mobilidade urbana durante a Copa do Mundo. Ônibus elétricos, hídricos ou de biodisel, percorrerão toda a área central da cidade em direção à arena, em faixas exclusivas, mesmo trajeto em que será implantada uma ciclovia. “A intenção é que as pessoas também possam ir de bicicleta assistir aos jogos”, ressaltou Mesquita.   


Números

Oitenta e uma árvores foram arrancadas. Em troca, a construtora doou cinco mil mudas de espécies diferentes ao governo local. Foram reciclados 860 mil toneladas de material metálico, 9,6 toneladas de papelão, 2,5 toneladas de plástico e 105 toneladas de madeira.


Fonte:
Portal da Copa

 

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