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Grupo de trabalho do Ministério do Esporte vai debater futebol feminino no Brasil

por Portal Brasil publicado: 08/02/2012 19h17 última modificação: 28/07/2014 16h58

O Ministério do Esporte criou um grupo de trabalho para propor melhorias para as 170 equipes de futebol feminino que atuam no País. De acordo com o ministério, 48 são registradas na região Nordeste, 43 na Sudeste, 28 na Norte, 27 na Centro-Oeste e 26 na região Sul.

O grupo foi definido durante reunião realizada pelo ministro do Esporte, Aldo Rebelo, com representantes da área esportiva, na terça-feira (7), em Brasília. Participaram do encontro o secretário interino de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor do Ministério do Esporte, Joel Benin; o diretor de Futebol Profissional do Ministério do Esporte, Ricardo Gomyde; a coordenadora de futebol feminino do ministério, Mariléia dos Santos, conhecida como Michael Jackson; o técnico Renê Simões; o técnico da seleção brasileira feminina, Jorge Barcelos; atletas da seleção, como Érica e Bagé; empresários do marketing esportivo; e representantes de prefeituras e dos clubes São José, Foz Cataratas, Juventus e Botucatu.

O ministro Aldo Rebelo destacou a importância do futebol feminino para o País e elogiou a presença de autoridades do setor para o debate de fortalecimento do esporte. “A presidenta Dilma [Rousseff] tem interesse em apoiar o futebol feminino e queremos discutir soluções para estruturar a modalidade. Não iremos fugir desse desafio”, disse.

O grupo de trabalho do futebol feminino será coordenado por Mariléia dos Santos e terá como relator o técnico Renê Simões. Para Simões, é preciso buscar uma forma de dar oportunidade para que a modalidade cresça e ofereça oportunidades também em escolas e universidades.

Para ele, a união de estrutura, ciência e experiência é fundamental. “Essa primeira reunião foi muito boa, várias ideias surgiram e iremos continuar trabalhando pelo fortalecimento de um novo futebol feminino no Brasil”, disse.

O técnico da seleção brasileira, Jorge Barcelos, ressaltou a contribuição de cada um dos participantes do grupo de trabalho para pensar de forma ampla sobre o futebol feminino. “Temos que dar importância para os clubes, aproveitar a experiência de cada um para que esse esporte se fortaleça cada dia mais”, destacou.

Lei de Incentivo

A jogadora destacou a importância da Lei de Incentivo ao Esporte para o desenvolvimento do futebol feminino no País. Citando o modelo da cidade de São José dos Campos (SP), a atleta aposta que a lei será uma ferramenta fundamental no processo de resgatar a modalidade. “Se deu certo em São José, porque não daria em outras cidades?”, sugeriu.

A Lei de Incentivo ao Esporte permite que pessoas físicas e jurídicas façam doações ou patrocínios para projetos desportivos e paradesportivos com desconto no Imposto de Renda (IR). A dedução é de até 1% do IR devido que incide sobre o lucro das empresas. Já para pessoa física, a dedução é de, no máximo, 6%.

Primeira equipe

O primeiro time de futebol feminino no País surgiu em 1958, ano em que o Brasil ganharia sua primeira Copa do Mundo de futebol masculino.

 

Fonte:
Ministério do Esporte

 

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