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Sistema de Telemedicina será apresentado durante as Olimpíadas de 2016

por Portal Brasil publicado: 02/08/2012 16h17 última modificação: 28/07/2014 16h59
Elza Fiúza/Agência Brasil O atleta pode usar o celular para mostrar o local da dor ao médico que poderá atendê-lo com maior agilidade

O atleta pode usar o celular para mostrar o local da dor ao médico que poderá atendê-lo com maior agilidade

O objetivo do projeto é dar o melhor atendimento aos atletas

O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) pretende apresentar uma novidade no Brasil durante as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016. É o projeto de Telemedicina, que funciona quando o atleta usa uma pulseira de borracha com um código individual. Colocado em um programa de uso médico, ele mostra todos os dados do competidor, como histórico cirúrgico e alergias, e permite um atendimento mais rápido e personalizado ao paciente.   A delegação brasileira já começou a pôr o sistema em prática nas competições em Londres.

De acordo com o COB, estão sendo testadas videoconferências pelo celular. Assim, o próprio atleta pode usar seu celular para mostrar o local da dor ao médico que pode estar em qualquer outro lugar.

O objetivo do projeto é oferecer melhor atendimento aos atletas. O médico brasileiro Antonio Marttos, diretor de Telemedicina do Centro de Trauma da Universidade de Miami, é responsável por levar a tecnologia ao COB. Segundo ele, outra tecnologia usada é um robô, criado pela universidade para tratar soldados que lutam na Guerra do Iraque, podendo ser controlado a distância "Pelo robô, podemos ter imagens de radiologias, exames, ultrassonografias, câmeras remotas, acesso a exames. São ferramentas para dar o melhor suporte possível aos atletas, em qualquer lugar e hora, tendo acesso aos melhores especialistas disponíveis", explica. O equipamento tem uma eficiente câmera de vídeo que permite a equipes médicas, em diferentes partes do mundo, ajudar em um diagnóstico.

Experiência

O robô já ajudou a diagnosticar a fratura sofrida ainda antes do início dos Jogos Olímpicos de Londres pela ginasta Laís Souza, que acabou sendo cortada da delegação. Além da Universidade de Miami, os médicos que estão no Crystal Palace, centro de treinamento dos atletas brasileiros, trocam informações, por meio do sistema Telemedicina, com colegas de alguns hospitais do Rio de Janeiro.

Em 2016, o COB quer oferecer essas tecnologias às delegações de todos os países e também aos visitantes que estarão no Brasil para os Jogos Olímpicos. A delegação quer que esse tipo de recurso permita levar a medicina brasileira a um nível internacional de excelência.

Leia mais:

Projeto de telemedicina auxiliará equipe médica em Londres por videoconferência 

Jovens atletas treinam para os Jogos Olímpicos Rio 2016

Mais de 260 atletas olímpicos e paralímpicos são beneficiados pelo Bolsa-Atleta 

 

Fonte:
Agência Brasil

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