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Brasil conquista medalhas na Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica

por Portal Brasil publicado: 27/09/2012 15h12 última modificação: 28/07/2014 16h59
Fapesp Todos os cinco integrantes da delegação brasileira ganharam medalha. O ouro foi conquistado por Amanda Seraphim (SP) e Weslley da Silva (PI). A prata, foi garantida por Larissa de Aquino (PE), Luis Fernando Valle (SP) e Victor Venturi (SP)

Todos os cinco integrantes da delegação brasileira ganharam medalha. O ouro foi conquistado por Amanda Seraphim (SP) e Weslley da Silva (PI). A prata, foi garantida por Larissa de Aquino (PE), Luis Fernando Valle (SP) e Victor Venturi (SP)

O Brasil conquistou duas medalhas de ouro e três de prata na 4º edição da Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA), realizada em Barranquilha (Colômbia)

Divulgado nesta quinta-feira (27), no site do Ministério de Ciência, tecnologia e Informação (MCTI), que todos os cinco integrantes da delegação brasileira que estão participando da 4° edição da Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA), em Barranquilha (Colômbia), ganharam medalhas.

O ouro foi conquistado pela Amanda Seraphim de São Paulo e pelo Weslley da Silva do Piauí. Já a prata foi garantida por Larissa de Aquino de Pernambuco, Luis Fernando Valle e Victor Venturi de São Paulo. Do evento, participaram jovens de oito países (Argentina, México, Brasil, Paraguai, Chile, Uruguai, Colômbia e Bolívia). 

As provas da OLAA se basearam em conhecimentos e habilidades nas áreas de astrofísica, astronáutica, cosmologia, história da astronomia, elementos de astronomia de posição, astronomia observacional, sistema solar, manejo de telescópio e análise de dados.

Treinamento intensivo

Antes da competição, a equipe brasileira passou por um treinamento intensivo, sob orientação de astrônomos e ex-participantes de olimpíadas. Além dos professores Júlio César Campagnolo (Observatório Nacional) e Luciana Antunes Rios do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), das unidades de pesquisa do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a coordenação das aulas foi feita pelos professores Gustavo Rojas, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR); Julio Klafke da Universidade Paulista (UNIP) e Pâmela Marjorie C. Coelho, coordenadora da Mostra Brasileira de Foguetes (Mobfog).

Intercâmbio de conhecimento

Segundo o líder da equipe e coordenador nacional da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), João Canalle, a iniciativa visa incentivar o intercâmbio de conhecimento entre alunos e experiências didáticas entre professores-líderes, ao invés da competição entre os países.

"Por meio desse evento, desejamos unir as nações, fomentar e popularizar a astronomia e a astronáutica nos países participantes. A olimpíada também tem o intuito de compartilhar o ensino das ciências espaciais com todos os membros, além de identificarmos, com maior clareza, as diferentes culturas do nosso continente", ressalta Canalle.

História da OLAA

A Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica foi criada em outubro de 2008 na capital uruguaia, Montevidéu. O Brasil já foi sede da OLAA por duas vezes, o mesmo que a Colômbia. Em agosto último, o Rio de Janeiro sediou a 6ª Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica, que ocorreu no Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast), que reuniu 160 estudantes de 27 nacionalidades.

 

Fonte:

Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação 

 

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