Esporte
Alimentos orgânicos serão priorizados durante eventos esportivos no Brasil
Produtos orgânicos serão servidos para turistas e atletas durante a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016
Alimentos orgânicos serão priorizados nos cardápios dos hotéis, restaurantes e nos pratos servidos aos atletas durante a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. O Núcleo Temático Copa Orgânica e Sustentável, desenvolvido pelo Centro de Inteligência em Orgânicos (CIO), quer reforçar esse projeto que destaca a biodiversidade brasileira. As ações do núcleo serão apresentadas nesta segunda-feira (19), no Rio de Janeiro, durante o seminário Brasil Orgânico e Sustentável – Impactos da Política Nacional de Agroecologia.
“São vários eventos com a ideia de unir produtores orgânicos com restaurantes e hotéis. Ou seja, mostrar para os restaurantes e hotéis que uma parceria com esses produtores pode ser interessante porque vai ter muita gente consciente, que desejará comprar esse tipo de alimentos. E, para os agricultores, porque mostrará para eles que é uma oportunidade de mercado importante”, disse a coordenadora do Centro de Inteligência em Orgânicos, Sylvia Wachsner.
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Sylvia destacou, ainda, que para os produtores, as parcerias significam uma nova maneira de vender e escoar seus produtos, “o que é muito importante porque são mercados que se criam”. E para os restaurantes, bares e hotéis é uma nova maneira de mostrarem para os turistas estrangeiros, principalmente, a biodiversidade do Brasil e seus alimentos orgânicos.
Ela lembrou que na Copa da África do Sul, em 2010, a questão da sustentabilidade foi tratada, mas sem muito sucesso. Sylvia acredita que, no caso brasileiro, há maiores chances de dar certo. Ressaltou que para os visitantes estrangeiros, é interessante ver que no Brasil existem novos produtos e marcas. “Alimentos que não sejam industrializados e que tenham novos conceitos de produção”.
A coordenadora do CIO acredita que isso contribuirá para o crescimento do mercado de orgânicos no país. Ressaltou o interesse dos chefes de cozinha em comprar ou trabalhar com produtos que tenham “a cara do Brasil”. “Você não só ajuda a abrir mercado para os pequenos produtores, mas começa a colocar a base de uma cara do Brasil. Diferenciar o Brasil justamente por meio desse tipo de produtos”.
Fonte:
Agência Brasil
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