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Centro Paraolímpico Brasileiro é apresentado em São Paulo

por Portal Brasil publicado: 25/01/2013 17h57 última modificação: 30/07/2014 00h09
Projeto de construção do Centro Paraolímpico Brasileiro

Projeto de construção do Centro Paraolímpico Brasileiro

O objetivo é fazer com que o Brasil termine os Jogos de 2016 entre as dez potências olímpicas e entre os cinco primeiros do ranking paraolímpico

A presidenta da República, Dilma Rousseff, o governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, e o Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) lançaram, nesta sexta-feira (25), na capital paulista, o projeto de construção do Centro Paraolímpico Brasileiro, que será erguido no Parque Fontes do Ipiranga, na zona sul da cidade. 

O centro de treinamento é parte do Plano Brasil Medalhas, do Ministério do Esporte, que vai aportar R$ 1 bilhão adicional ao orçamento do esporte brasileiro entre 2013 e 2016 com a meta de projetar o Brasil entre as principais potências esportivas do mundo a partir dos Jogos Olímpicos e dos Jogos Paralímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. O objetivo é que o Brasil se classifique entre os cinco primeiros no quadro de medalhas, depois de ter conquistado o nono lugar nos Jogos de Pequim, em 2008, e o sétimo, em Londres 2012.

A instalação em São Paulo é pioneira no País e será o principal legado de estrutura do Rio 2016 para o esporte paraolímpico, principal centro de excelência do Brasil e da América Latina e um dos melhores do mundo. O local servirá para treinamentos, competições e intercâmbios de atletas e seleções; preparação física; cursos para técnicos, árbitros, gestores e outros profissionais; e desenvolvimento das ciências do esporte, no conceito de atuação interdisciplinar envolvendo medicina, fisioterapia, psicologia, fisiologia, biomecânica, nutrição e metodologia do treinamento, entre outras áreas. Como legado, o CT servirá à preparação de diversas gerações de atletas de esportes para pessoas com deficiências.

O CT congregará 14 modalidades de esportes paraolímpicos: atletismo, basquete em cadeira de rodas, bocha, natação, esgrima, futebol de 5, futebol de 7, goalball, halterofilismo, judô, rúgbi, tênis, tênis de mesa e voleibol sentado. A concentração de modalidades em um só local é inspirada em países como Ucrânia, China e Coreia do Sul, que adotaram o mesmo modelo e obtiveram sucesso na preparação de atletas e seleções.

As estruturas, que serão erguidas em etapas, vão comportar instalações esportivas cobertas e no ar livre (entre elas quatro ginásios, dois campos de futebol – nas modalidades futebol de 5 e de 7 – quadras de tênis e pista de atletismo), uma área residencial composta por alojamentos, refeitório e lavanderia, um setor administrativo com escritórios, salas de reunião, auditórios, depósitos e estacionamentos e o Centro de Medicina e Ciências do Esporte, além de academia, vestiários e outros espaços de apoio. A área construída está projetada em 94 mil metros quadrados.

Brasil Medalhas 2016

O esporte vai ganhar um investimento extra para que o Brasil suba posições no ranking de medalhas nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos que serão realizados no Rio de Janeiro, em 2016. Em 2012 a presidenta Dilma Rousseff anunciou investimento de R$ 1 bilhão no próximo ciclo olímpico. A quantia se soma ao aporte já previsto de R$ 1,5 bilhão para o esporte de alto rendimento no mesmo período.

Parte (um terço) do montante destinado ao Programa Brasil Medalhas 2016 virá das empresas estatais, como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Correios, Banco do Nordeste, BNDES, Eletrobras, Infraero e Petrobras. Os dois terços restantes do investimento de R$ 1 bilhão virão do Orçamento Geral da União. A gestão desses recursos será feita de maneira integrada entre ministério do Esporte, comitês, confederações e associações

Fonte:

Ministério do Esporte
Portal Brasil

 

 

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