Esporte
Instrumento Pedhuá terá a estampa da Seleção Brasileira de Futebol
Instrumento com som de aves, o Pedhuá começa a ser comercializado já para a Copa das Confederações
O Pedhuá, instrumento brasileiro que produz som semelhante ao canto da ave nativa inhambu, terá a marca que caracteriza a identidade da Seleção Brasileira de Futebol. O contrato de licenciamento da marca foi definido entre a empresa Pedhuá Brasil e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), para permitir a utilização do instrumento nos eventos esportivos que serão realizados no País em 2013 e nos próximos anos.
O acordo comercial da marca CBF com o Pedhuá irá até 2016 e a expectativa é de superar a meta inicial de vender 50 milhões de unidades no Brasil e exterior. A ideia da parceria é justamente popularizar o produto, que deve chegar ao mercado já para a Copa das Confederações a um preço acessível. O produto deve sair a R$ 10 para o consumidor final.
A meta da empresa é popularizar o produto. “O futebol e a música fazem parte do dia a dia de 200 milhões de brasileiros, que agora poderão empurrar a Seleção rumo ao hexa com muito ritmo e samba. Queremos que o pedhuá seja o instrumento do povo, assim como a nossa Seleção”, enfatiza diretor da Pedhuá Brasil, Alcedo Medeiros.
Pedhuá
O Pedhuá foi idealizado para levar música às torcidas durante os eventos esportivos. O produto tem suas raízes na cultura indígena e é utilizado por várias gerações. Além disso, é apontado como o precursor do apito do samba.
“O pedhuá vai ter a cara da seleção brasileira, do samba e da ginga do nosso futebol. Assim como o Pedhuá, nossa seleção também é associada a uma ave, quando é carinhosamente chamada de “canarinho”. Por esses e outros motivos sempre acreditamos que o licenciamento com a CBF e com a Seleção era o melhor caminho”, comemora Alcedo Medeiros.
O instrumento é um apito de madeira utilizado pelos índios e que inspirou a criação do instrumento que produzirá o som do Brasil na Copa do Mundo de 2014, teve o seu design inicial concebido no curso de Design da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).
No produto, segundo o professor da UFCG, Itamar Ferreira, houve a exploração das curvas, num formato sinuoso, para melhor ergonomia no manuseio. “Sua forma simétrica foi concebida objetivando facilitar o processo produtivo”, pontuou.
Fonte:
Ministério do Esporte
Universidade Federal de Campina Grande
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