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Atletas já podem encaminhar plano esportivo para participar do programa Bolsa Pódio

por Portal Brasil publicado: 18/07/2013 11h16 última modificação: 30/07/2014 00h06
Divulgação / Gov. São Paulo Intuito é melhorar preparação para os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016

Intuito é melhorar preparação para os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016

Com o Plano aprovado, os selecionados receberão bolsas de R$ 5 mil à R$ 15 mil

 

Atletas de esportes individuais pré-selecionados para o Programa Atleta Pódio já podem enviar, a partir desta quinta-feira (18), seu Plano Esportivo ao Ministério do Esporte para obter apoio complementar a sua preparação para os Jogos Olímpicos e os Jogos Paraolímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.

Os atletas aprovados receberão a Bolsa Atleta Pódio no valor mínimo de R$ 5 mil e máximo de R$ 15 mil, o valor será pagos diretamente aos beneficiados. A permanência do atleta no programa será reavaliada anualmente e estará condicionada ao cumprimento do Plano Esportivo e à permanência entre os 20 primeiros do ranking mundial de sua prova.

Os demais apoios previstos no programa – contratação de treinadores e equipe multidisciplinar, participação em treinamentos e competições, aquisição de equipamentos e materiais e realização de exames e outros procedimentos médico-científicos – serão viabilizados por meio de convênios das respectivas confederações com o Ministério do Esporte. Esses convênios serão publicados até o início de agosto.

De acordo com o Ministério, será aportado R$ 1 bilhão a mais de investimentos públicos federais no ciclo olímpico de 2013 a 2016. Desse total, dois terços virão do Orçamento Geral da União e um terço de patrocínios de empresas estatais. O objetivo é colocar o Brasil entre os dez primeiros países nos Jogos Olímpicos e entre os cinco primeiros nos Jogos Paraolímpicos do Rio de Janeiro.

 

Elaboração do Plano Esportivo

O Plano Esportivo deve conter, entre outros dados, a previsão de participação em treinamentos, intercâmbios e competições internacionais durante o ciclo olímpico até 2016 com os respectivos calendários, a identificação do principal treinador do atleta, os resultados esportivos dos últimos três anos, a posição em que se encontra no ranking internacional de sua prova no momento do envio do pedido, a principal meta (classificação almejada) a ser atingida pelo atleta nos Jogos Rio 2016, as metas intermediárias que ele pretende alcançar nas competições que vai disputar até o Rio 2016, as comissões técnica e multidisciplinar que vão acompanhá-lo, os recursos materiais necessários, os procedimentos científicos que ele deseja fazer e a estimativa de custos de cada ação prevista.

 

Análise dos Planos

Os Planos Esportivos serão analisados por Grupos de Trabalho formados formados por servidores do Ministério do Esporte e representantes do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) e das empresas estatais patrocinadoras das respectivas modalidades, quando for o caso.

Os principais critérios de análise considerados pelo Grupo serão a progressão, sem decréscimo, do atleta no ranking internacional, a relevância da meta do atleta para o alcance das metas principais do Brasil para o Rio 2016, a contribuição das metas intermediárias do atleta para o atingimento de sua meta principal, a compatibilidade da equipe multidisciplinar com as metas propostas e a abrangência do Plano Esportivo compreendendo todo o período de treinamento proposto.

O Plano deve ser enviado para:

Secretaria Nacional de Esporte de Alto Rendimento 

SNEARSAN, Quadra 3, Bloco A, 1º Andar

Edifício Núcleo dos Transportes Dnit

CEP 70040 902

Brasília DF

 

Brasil Medalhas

O Plano Brasil Medalhas tem o objetivo de apoiar atletas e seleções brasileiras visando aos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016. O incentivo prevê a destinação de recursos para que atletas brasileiros possam aperfeiçoar conhecimentos e se prepararem até 2016. Entre as modalidades já apoiadas por meio de convênios estão basquete, vôlei de praia, hipismo, judô, luta olímpica e tiro esportivo, além de 16 modalidades paraolímpicas.

Recebem os recursos de incentivo, atletas que estejam entre os 20 melhores do ranking mundial de suas categorias, mostrem evolução ao longo dos anos e tenham reais chances de medalhas.

 

 

Fonte:
Ministério do Esporte

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