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Cuiabá recebe Jogos dos Povos Indígenas em novembro

Jogos Indígenas de 2013

Edição de 2013 terá realização de palestras com antropólogos; 16 países estão confirmados
por Portal Brasil publicado: 20/09/2013 12h05 última modificação: 30/07/2014 00h06

Entre os dias 8 e 16 de novembro, a cidade de Cuiabá será a anfitriã dos 12º Jogos dos Povos Indígenas. Previsto inicialmente para outubro, o evento foi adiado em um mês para atender todas as especificações técnicas necessárias. A capital do Mato Grosso receberá 1.600 índios de 48 etnias nacionais e de 16 etnias estrangeiras.

De acordo com a Secretaria Nacional de Esporte, Educação e Inclusão Social (Snelis), uma reunião realizada na quarta-feira (18) com representantes de embaixadas dos 16 países definiu detalhes da participação de líderes indígenas estrangeiros nos Jogos.

O encontro com as embaixadas serviu para oficializar a participação internacional no evento, e  Canadá, México, Peru, Equador, Nicarágua, Estados Unidos, Guatemala, Austrália, França (Guiana Francesa), Bolívia e Venezuela mandaram representantes. Alguns países já indicaram os indígenas que irão a Cuiabá, e outros assumiram o compromisso de apresentá-los em breve.

Entre as autoridades presentes, estavam os embaixadores do Peru e do Equador, que confirmaram os nomes de seus representantes: os índios peruanos Wilfredo Chau e Nazário Quispe e os equatorianos Marlon Guallinga e Moi Enomenga. 

Parceria

Ao destacar o povo Bororo como etnia anfitriã dos Jogos Indígenas de 2013 e citar as riquezas naturais e culturais de Mato Grosso, o secretário de Esporte de Cuiabá, Ananias Filho, reafirmou o compromisso e a parceria da prefeitura, do governo estadual e da Universidade Federal (UFMT). “Estamos unindo esforços para realizar os melhores Jogos Indígenas da história”, disse.

Segundo o diretor do Comitê Intertribal Memória e Ciência Indígena, Marcos Terena, a edição de 2013 terá iniciativas como a realização de palestras com antropólogos e um projeto de segurança a ser desenvolvido na cidade-sede, coordenado pelo Ministério da Justiça, para proteção das delegações.

A ideia, de acordo com o diretor, é trazer os parentes de outros países para agregar valores culturais como, por exemplo, no artesanato, na comida e nas demonstrações esportivas tradicionais, sem esquecer o conceito de jogos verdes. O vencedor e todos os guerreiros atletas ganham medalha de ouro feita com capim dourado. Já as delegações voltam para suas aldeias com troféus feitos com o mesmo material, já que nos Jogos Indígenas o importante é celebrar.

Inovações

A diretora do Departamento de Desenvolvimento e Acompanhamento de Políticas e Programas Intersetoriais da Snelis, Andrea Everton, destacou o envolvimento do governo federal com os Jogos Indígenas e citou inovações para a edição deste ano, como a ”Feira de Sementes” e a “Arca das Letras”, que estimulam a agricultura e a literatura.

A gestora informou que o portal do Ministério do Esporte vai lançar nos próximos dias uma página especial, com informações da edição atual e a memória dos eventos anteriores. “Vamos solicitar aos países que nos encaminhem informações sobre a cultura tradicional de seus indígenas para que possamos divulgá-las.”

Fonte: Ministério do Esporte

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