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Brasil derrota a Itália e conquista a Copa dos Campeões

Vôlei

Com a vitória, a seleção brasileira masculina de vôlei é tetracampeã do torneio
por Portal Brasil publicado: 25/11/2013 14h03 última modificação: 30/07/2014 00h15
Divulgação/CBV Seleção masculina de vôlei entrou em quadra dependendo apenas do seu próprio resultado

Seleção masculina de vôlei entrou em quadra dependendo apenas do seu próprio resultado

O Brasil é tetracampeão da Copa dos Campeões. Na competição por pontos corridos, a seleção masculina de vôlei entrou em quadra, neste domingo (24), dependendo apenas do seu próprio resultado. Ao bater a Itália por 3 sets a 2 (25/22, 25/22, 23/25, 20/25 e 15/11), em 2h03, garantiu o título pela quarta vez em seis edições disputadas – 1997, 2005, 2009 e 2013. O Brasil encerra a competição com 12 pontos somados em quatro vitórias e apenas uma derrota.

Com isso, a equipe verde e amarela não precisou nem esperar pelos outros dois jogos do dia (Rússia x Estados Unidos e Irã x Japão) para comemorar. Neste domingo, o oposto Wallace foi o maior pontuador do jogo, com impressionantes 28 acertos. O atacante pontuou 22 vezes no ataque, três no bloqueio e três no saque. O central Lucão também se destacou na pontuação, ao marcar 21 pontos – 17 de ataque, três de bloqueio e um de saque.

Com uma seleção renovada, contando com apenas cinco jogadores que estiveram nos Jogos Olímpicos de Londres, no ano passado (Bruno, Sidão, Lucão, Wallace e Thiago Alves), o Brasil chega ao lugar mais alto do pódio deixando boa impressão. O central Lucão, eleito o melhor jogador em quadra na vitória sobre a Itália, elogiou o desempenho do time.

“Hoje, conseguimos jogar com inteligência, paciência e acredito que o nosso grupo amadureceu muito nesse campeonato passando por situações difíceis. Soubemos construir a competição. Por ser por pontos corridos, não demos mole e conseguimos fazer bons jogos. Os jogadores que estão chegando tinham que sentir o gostinho de ser campeão com a camisa do Brasil em uma competição fora do nosso continente. Temos que comemorar mesmo, mas logo botar a cabeça no lugar e saber que ainda temos muito o que evoluir. Temos, por exemplo, que ser um pouco mais decisivos em alguns momentos”, opinou Lucão.

O oposto Wallace comemorou o resultado e falou sobre a emoção de conquistar o título da Copa dos Campeões. “Trabalhamos bastante, treinamos muito para sair com esse campeonato na bagagem e espero que esse tenha sido o primeiro de muitos títulos da nossa geração. Vencer vestindo essa camisa é sensacional”, disse Wallace.

O levantador e capitão da seleção brasileira, Bruninho, lembrou as duas últimas finais importantes em que o Brasil ficou com a prata e falou sobre a posição de liderança que exerce dentro do grupo.

“Precisávamos muito desse título. Batemos na trave nas Olimpíadas, depois de novo na Liga Mundial desse ano, então era muito importante começar um ciclo olímpico com um título de peso como esse. Enfrentamos as melhores seleções do mundo e estamos muito felizes. Sinto que cada vez mais estou amadurecendo e o mais importante é que temos outros líderes em quadra. O Lucão também contagia o grupo, o Sidão tem esse papel e fico feliz por ver que os caras que estão chegando estão entendendo bem a filosofia de trabalho. Por isso tudo conseguimos conquistar esse título”, declarou Bruninho.

Conhecido pela exigência constante, o técnico do Brasil, Bernardinho, elogiou a performance e o comportamento da seleção. “Como o grupo iria sobreviver depois da derrota de ontem (contra a Rússia, por 3 sets a 2) era muito importante. Um jogo como aquele nos consome física e emocionalmente. Voltar à quadra hoje e jogar um bom voleibol, mesmo que ainda com emoções, saber resistir a tudo aquilo e vencer uma partida é algo que há de ser louvado. A equipe foi um time, os jogadores que entraram deram conta do recado, como o Lipe e o Eder, e todos colaboraram no projeto”, disse Bernardinho.

O treinador lembrou ainda que o novo grupo do Brasil tem uma responsabilidade ainda maior que as demais seleções, por suceder uma equipe que fez história no vôlei mundial. “Suprir as ausências de Dante e Vissotto, que participaram do ciclo anterior, também foi importante. Muito se fala que todas as seleções estão renovadas, mas nenhuma delas carrega o peso que esses rapazes que estão aqui têm. Eles carregam, certamente, um peso maior. Fico feliz pela capacidade dos jogadores que resistiram a uma batalha como a de hoje e por terem vivido tudo isso. Todas as situações vividas aqui nessa competição geraram, sem dúvida, uma experiência muito grande a esse grupo”, destacou Bernardinho.

Fonte:
Ministério do Esporte 

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