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Índia bailarina emociona espectadores nos Jogos Indígenas

Jogos dos Povos Indígenas

Índia da etnia Guna tem 40 anos de idade, dança desde os 13 e estudou balé clássico
por Portal Brasil publicado: 12/11/2013 16h33 última modificação: 30/07/2014 00h15
Ministério do Esporte Índia é a única bailarina da etnia Guna conhecida nacionalmente

Índia é a única bailarina da etnia Guna conhecida nacionalmente

A diversidade cultural tomou conta dos Jogos dos Povos Indígenas 2013 em Cuiabá, mas a maior surpresa para os espectadores foi a presença da representante do Panamá, a índia e professora de balé clássico e dança tradicional indígena, Iguandili López. A única bailarina da etnia Guna conhecida nacionalmente apresentou-se no domingo à noite (10.11) no desfile das mulheres indígenas e, ao dançar ao lado de um índio Pataxó, encantou a plateia com a coreografia da dança do cocá.

A índia da etnia Guna tem 40 anos de idade, dança desde os 13 e estudou balé clássico. No Panamá desenvolve, como professora, um trabalho destinado a alunos de 13 a 30 anos de idade, na escola pública de dança do Instituto Nacional de Cultura (INAC), da Universidade do Panamá. Segundo a bailarina, a dança tradicional indígena de sua comunidade exige que o bailarino sinta a música, o ambiente e as pessoas, além de mostrar muita sensualidade.

Em 2007, foi criado o Centro Cultural, voltado para que as crianças que nascem na comarca de Guna Yala tenham contato com a cultura. As crianças são orientadas a aprender outros tipos de dança, além das tradicionais. Pela primeira vez presente nos Jogos Indígenas do Brasil, Iguandilli torce pela realização dos Jogos Mundiais Indígenas, que provavelmente serão realizados em julho de 2015, aqui no Brasil. “Vou lutar para trazer um grupo de bailarinos Guna e mostrar a nossa cultura”, afirmou a índia.

A bailarina viaja com outros colegas, inclusive com o seu marido, que é coreógrafo, para levar a cultura da dança tradicional da etnia Guna a outros países. Sem nenhum apoio financeiro, faz tudo por iniciativa própria, a fim de divulgar a dança indígena pelo mundo. O próximo passo da bailarina Guna é fazer doutorado em dança, com o objetivo de ficar mais perto dessa realidade. “Aqui no Brasil, estou pesquisando onde pode desenvolver esse trabalho”, concluiu.

Fonte:
Ministério do Esporte

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