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Ministro destaca legado de grandes eventos e elogia indústria

Desenvolvimento

Evento foi promovido em conjunto com a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq)
por Portal Brasil publicado: 22/11/2013 20h29 última modificação: 30/07/2014 00h15

Com o objetivo de promover a capacidade da indústria nacional de equipamentos em atender a demanda dos eventos esportivos realizados no Brasil, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, participou nesta sexta-feira (22), em São Paulo, do Encontro com a Indústria Nacional de Equipamentos para a Ginástica. Promovido em conjunto com a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o evento organizou uma exposição de equipamentos, que buscou destacar a importância do legado da Copa do Mundo e Jogos Olímpicos para o desenvolvimento de vários setores do País, como o da indústria nacional de máquinas.

Durante o encontro, representantes da indústria nacional, contando com apoio do ministro do Esporte, reforçaram o pedido para que o produto feito no país tenha condições de competir com o material importado no processo de democratizar o acesso ao esporte no Brasil, assim como nos grandes eventos esportivos.

Para Aldo Rebelo, os grandes eventos deixarão legado para a indústria nacional, principalmente com o incentivo ao esporte e a massificação da prática de atividades físicas. "Isso irá aumentar a demanda por equipamentos esportivos no país e iremos recorrer aos produzidos no Brasil", afirmou.

Rebelo disse também que o esforço pela nacionalização dos grandes eventos esportivos é um dos objetivos do governo federal. "Queremos ampliar essa parceria com a Abimaq para aumentar a utilização dos equipamentos nacionais, democratizar os benefícios da Copa e Olimpíadas e corresponder aos interesses da sociedade brasileira", acentuou.

Para o presidente da Abimaq, Luiz Aubert Neto, a proteção à fábrica nacional é fundamental para um país rico e desenvolvido. Segundo ele, na década de 1980 o Brasil era o quinto maior fabricante de equipamentos. Atualmente, o país ocupa a 13ª posição. "Todo país protege sua indústria. Temos que debater isso, e esse encontro é importante para não deixarmos essas oportunidades (Copa e Olimpíadas) passarem", ressaltou.

Após a cerimônia, o ministro e o presidente da Abimaq visitaram a exposição montada no local. Cerca de 15 empresas expuseram seus equipamentos e ratificaram a qualidade das máquinas produzidas no Brasil. O ministro conheceu todos os estandes e elogiou a capacidade de os fabricantes produzirem máquinas esportivas em alto nível.

Participaram do encontro o presidente da Abimaq, Luiz Aubert Neto; o secretário nacional de Esporte de Alto Rendimento, Ricardo Leyser; o chefe das assessorias do Ministério do Esporte, Luis Paulino; o presidente da Câmara Setorial de Equipamentos para Ginástica da Abimaq, Ricardo Castiglioni; o secretário adjunto de Esporte, Lazer e Juventude de São Paulo, Clóvis Volpi: o secretário municipal de Esporte, Lazer e Recreação de São Paulo, Celso Jatene; o presidente do Sindiclube, Cezar Granieri.

Parceria

Em julho de 2012, o Ministério do Esporte assinou termo de cooperação com a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) e a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) para fortalecimento da indústria nacional no processo de organização e de instalação de infraestrutura da Copa do Mundo da FIFA 2014 e dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.

O acordo prevê um diagnóstico da presença de máquinas e equipamentos nacionais nas obras dos grandes eventos.

A Abimaq foi fundada em 1975 com o objetivo de atuar em favor do fortalecimento da indústria nacional, mobilizando o setor, realizando ações junto às instâncias políticas e econômicas. A associação representa atualmente em torno de 6,5 mil empresas dos mais diferentes segmentos fabricantes de bens de capital mecânicos, cujo desempenho tem impacto direto sobre os demais setores produtivos nacionais.

O presidente da Câmara Setorial de Equipamentos para Ginástica da Abimaq, Ricardo Castiglioni, também pediu atenção para a indústria brasileira. "Nós só queremos isonomia para competir em igualdade com os produtos importados. Nossos equipamentos são bons, de última geração", acrescentou.

 Fonte:
Ministério do Esporte 

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