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Brasil leva 14 medalhas no Sul-Americano de ginástica artística

Ginástica

No Chile, as seleções feminina e masculina levaram cinco ouros, seis pratas e três bronzes
por Portal Brasil publicado: 10/12/2013 18h35 última modificação: 30/07/2014 00h11

As Seleções de Ginástica Artística subiram ao pódio 14 vezes no Campeonato Sul-Americano Adulto, que foi realizado no último fim de semana, em Santiago (Chile). No total, as equipes masculina e feminina conquistaram cinco ouros, seis pratas e três bronzes.

Pelo feminino, foram nove medalhas. Isabelle Cruz, Juliana Santos, Letícia Costa, Mariana Valentin e Rebecca Avelino foram ouro por equipes, com 205,900. No individual geral, Letícia ficou com a prata, com 52,150, Isabelle foi a sexta, com 50,800, Mariana a sétima, com 50,550, Juliana a décima, com 50,100, e Rebecca a 14ª, com 48,250.

Nos aparelhos, as brasileiras predominaram no pódio. No salto, Isabelle conquistou o ouro, com 14,300, e Letícia a prata, com 13,950. Nas barras paralelas, os destaques foram Letícia em primeiro, com 13,334, e Juliana em segundo, com 13,267. Na trave, Juliana foi ouro, com 13,700, e Isabelle ficou em quarto, com 12,734. No solo, Mariana foi a primeira colocada, com 13,234, e Letícia a terceira, com 12,567.

Já no masculino, Fellipe Arakawa Ferreira, Henrique Medina Flores, Leonardo Souza, Lucas Bitencourt, Pétrix Barbosa e Victor Rosa foram prata por equipes, com 334,100 pontos. No individual geral, Lucas ficou em quarto, com 83,950, Henrique em quinto, com 83,600, Pétrix em sétimo, com 81,550, Víctor em 21º, com 65,850, Leonardo em 33º, com 41,100, e Fellipe em 35º, com 33,750.

No solo, Víctor conquistou o bronze, com 14,300. No cavalo com alças, Lucas foi prata, com 13,967, e Henrique foi o sétimo, com 12,434. Nas argolas, Henrique assegurou a prata, com 15,434, e Pétrix o quinto lugar, com 14,400. No salto, Pétrix ficou em sexto, com 13,750. Nas barras paralelas, Pétrix garantiu o bronze, com 14,500 e Lucas foi o sétimo, com 13,667. Por fim, na barra fixa, Lucas ficou em sexto, com 13,034, e Víctor em oitavo, com 11,934. Essa foi o última competição do ano para os atletas.

A equipe masculina aproveitou a competição para testar e preparar os ginastas. De acordo com um dos técnicos da Seleção e chefe de delegação, Leonardo Finco, algumas coisas merecem análise. "Nós fizemos muitos testes no evento, alguns deles não foram bem sucedidos e merecem nossa atenção. Acredito que o momento para realizarmos análises é agora. Nós trabalhamos com um número grande de ginastas e procuramos oportunizar a todos experiências competitivas de alto nível, para que possam demonstrar seus potenciais e ingressar na equipe olímpico", analisou.

Fonte:
Brasil 2016 

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